Eu nasci em Barreiras e sempre fui muito atenta à minha terra. Admirava-a pela sua grande potencialidade, com suas terras férteis, sistema regular de chuvas e a imensa bacia de rios perenes, afluentes do rio Grande, que é tributário do rio São Francisco. Outro potencial era a situação geográfica, sendo o último porto, a oeste, no rio Grande, ao tempo em que não existiam estradas e todos – pessoas e mercadorias – tinham que viajar de barcos, através dos caminhos líquidos das águas, sendo Barreiras o entreposto comercial, pólo exportador de mercadorias e serviços.
Tive a felicidade de ser testemunha ocular do desenvolvimento de Barreiras, impulsionado pela energia elétrica, aqui implantada desde 1920, pela Companhia Sertaneja, firma pertencente ao Dr. Geraldo Rocha, Coronel Antônio Balbino de Carvalho e Coronel Francisco Rocha.
Mas a energia e o empenho humanos foram o maior capital com que Barreiras sempre contou, desde meados de 1800, com a fabricação e exportação da borracha da mangabeira até à conquista das terras dos imensos cerrados, pois o melhor de Barreiras são os barreirenses, tanto os nascidos aqui, como os que escolhem essa terra para morar e a ela entregar seu trabalho e seu coração.
Foi fascinante pesquisar a história de Barreiras, um itinerário de empenho, idealismo e trabalho, em que pudemos ver grandes homens e mulheres tomando nas mãos o potencial aqui existente e transformando-o em progresso.
Este site é para você, que ama e admira Barreiras e quer conhecer a sua história.

(Ignez com seu filho e neta em Paris, Julho 2007)
O site sobre a história de Barreiras é mantido pela profa. e historiadora Ignez Pitta de Almeida, que vem realizando pesquisas sobre a história da nossa cidade há mais de 20 anos.
Edgard e Denise, filhos de Ignez e Carlos, mantêm um site sobre moda, consumo, comportamento e cultura urbana, o Fashion Bubbles. Visite e deixe a sua opinião!

Oi mãe e Edgard!!!
Estão arrasando com o novo blog!!!!!!!
Que bom que vc gostou!! Volte sempre!!
Oi Ignez! Parabéns pelo site, não nasci em Barreiras mas amo essa terra como se minha fosse. E vc é uma pessoa que sempre admirei pela sua coragem e luta nessa sua caminhada de historiadora. Mais uma vez parabéns.
Abração,
Neusa
Nasci em Uberlândia-MG e fui morar em Barraeiras com 3 anos de idade, amo essa cidade. Parabens pelo site.
Olá Ignez, achei muito interessante seu site e a seriedade e paixão com que realiza sue trabalho.
Meu nome é Rosana, sou Arquiteta e Urbanista, professora na PUC-Minas em Poços de Caldas e pesquiso sobre a trajetória de um grupo indígena que saiu na década de 80 de Palmeira dos Índios, Alagoas, e acabou indo para Ibotirama, depois para Nova Glória, depois para São Gotardo-MG e finalmente para Caldas-MG, aqui perto de Poços. A única referência que tenho do período que os mesmos moraram em Ibotirama é um trecho de uma Dissertação de Mestrado de Sílvia de Aguiar Carneiro da UFAL denominada “Os Caminhos da Aldeia… Índios Xucuru-Kariri em Diferentes Contextos Situacionais” : “Sobre a AI Fazenda Pedrosa, local onde atualmente vive a família Sátiro desde 1987, que emigraram da Fazenda Canto em 1985, é composta por duas glebas adquiridas através do empenho de “Zezinho” Sátiro (cacique da área) em solucionar problemas e insatisfações deste segmento dos Xucuru-Kariri.
Inicialmente reassentados em 62 ha adquiridos pela FUNAI em Ibotirama (BA), esses índios foram novamente transferidos. Devido a conflitos entre fazendeiros, cujas terras que disputavam em Ibotirama envolvia aqueles 62 ha, “Zezinho” se deslocou até Brasília e conseguiu com o presidente da FUNAI, verbas para a compra da “Fazenda Pedrosa” (18 ha), no município de Nova Glória (BA), num local que escolheu pessoalmente para novo reassentamento. Através de relacionamento estabelecido com a Diocese de Paulo Afonso, ele também obtêve doação de verbas para construção de casas e compra de área contígüa à Fazenda Pedrosa (pouco mais de 20 ha). Segundo informações que obtive, trata-se de uma terra que a Diocese adquiriu para usufruto do grupo, mas que está registrada em cartório de Paulo Afonso em nome da própria Diocese”.
Foi o Renato Jr que me passou seu site para que eu perguntasse algo a você sobre os Xucuru-Kariri em Ibotirama, na expectativa de que vc conheça alguém lá que possa me ajudar. Desde já agradeço e mais uma vez parabenizo seu importante trabalho.
Até breve, abraço,
Rosana Parisi
Olá Ignez,
Gostei muito do seu site e gostaria de entrar em contato.
Moro na Holanda,Rotterdam já 17 anos.Venho de Goiânia,onde estudei direito na UFG.
Hoje tenho uma imprêsa aqui.
Vou estar em Barreiras em agosto e gostaria de discutir alguns fatos com você,se possível.
O meu telefone de contato é 0031 625043062 ou e mail t.grave@chello.nl.
Um grande abraço,Tania de Grave-Fleury Curado
Olá, muitas pessoas em Barreiras já se esqueceram de uma obra feita a muitos anos por um carpinteiro e construtor de pontes, o único em toda a região que fazia este tipo de trabalho, ele se chamava Neuton Duarte de Oliveira, conhecido como Neton. Fez inúmeras obras para a Prefeitura de Barreiras e cidades circunvizinhas, e também para o 4º BEC.
Entre as PONTES DE MADEIRA construídas por ele estão a ponte que ligava Barreiras a Barreirinhas, aquela que foi desmontada depois que a nova ponte de concreto próximo ao Parque de Exposição Geraldo Rocha, a ponte de Santa Rita de Cássia, do Ribeirão, Riachão das Neves, Mocambo, outra no Rio de Ondas a uns três quilômetros das 3 Bocas, sentido Brasília/Barreiras
Foi feito por ele também os telhados do 4° BEC, Colégio Polivalente, Padre Vieira, Costa Borges, vários currais na região inclusive para a Fazenda Água Doce e Sertaneja, que impulsionaram o desenvolvimento na região naqueles anos, diga-se ainda que estamos falando de uma época que não se dispunha de guindastes, moto-serras, furadeiras elétricas.
Uma ponte sobre um rio, numa época que nem se falava em guindades, apenas a engenhosidade e a imaginação de homem que não chegou a cursar uma escola regular, tenho muito, muito orgulho de meu PAI, homem honesto e honrado, muitos ex-prefeitos o conheceram, como: Antonio Henrique, Baltazarino, Otacílio, Aníbal Barbosa, vereadores como: João Bomfim, Aguinaldo do Trio Elétrico, Luís Holanda, Zé Xique-Xique,entre outros.
Engenheiros do Exército na época ficaram surpresos de como eram colocados os pilares imensos de madeira em um rio com água corrente usando só uma “Ponte Falsa” o tempo passou ,mas pessoas simples de nossa cidade deixaram sua contribuiçao que foi serventia por muitos anos, se quiserem mais informações, minha irmã, a Inelice ou Dedé como é conhecida na Câmara de Vereadores, talvez possa ajudá-la continuar escrevendo nossa história.
Outra coisa, é que muitos de nós crescemos vendo muitos moradores de rua naquele tampo, como: Badú, Pulú, Bodão, Maria Espingarda, Bananeira, Raimundão, Fulôr, Major, e vários outros.
Olá Profª Ignez!! PARABÉNS pelo site! Sua iniciativa é demais, só você para nos dar esse presente!
Gostaria de entrar em contato com você, pode me mandar seu e-mail?
Um grande abraço,
Mirtes Lima
Olá Ignez!
Estou fazendo uma matéria sobre o bar Trapiche, aí de Barreiras, e o Genivaldo me informou que você muito colaborou para a caracterização do lugar. Poderíamos conversar a respeito? Meus contatos são: debora.atarde@gmail. com e os números (75) 3625.1044 e (75) 9198.6225. Obrigada!
Olá,
Bom estava a buscar referências históricas confiáveis sobre minha família, saindo de Feira de Santana passando por Barreiras onde ainda permanecem alguns e chegando até Brasília; faço isso única e exclusivamente por obrigação. Enfim, achei este site, que tenta outorgar a documentação histórica do município de barreiras, entendo eu que pra se dar ao trabalho de documentar a história, seja ela de uma vila infame, ou uma metrópole, temos que nos pautar pela veracidade dos fatos, e sermos imparciais na documentação, isso na visão de um historiador sério, e comprometido com a sua função acadêmica. O que faltou a este site, que me parece um tanto quanto tendencioso e elitista, mas enfim, que se danem esses coronéis baianos, e a nossa área.
Cara Ignez:
Gostei muito da história de Geraldo Rocha.
Infelizmente nossos professores não dispoem de livros didáticos para
repassar as informações aos nossos jovens.
Quando é que voce vai liberar a continuação do seu livro A história de
Barreiras?
Seria redundância parabenizá-la pelo sítio histórico. O futuro
agradece penhorado.
Agora, comentários como esse do idiota do Alan aí em cima é lamentável.
Sinceramente,
Durval Nunes
Cara Ignez, tudo bem?
Sou pesquisador da Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, e coincidentemente estamos realizando um estudo sobre Geraldo Rocha por aqui.
Gostaria muito de conversar contigo, pois estamos em estágio de coleta de fontes documentais e suas informações seriam de extrema valia.
Meu e-mail é miranda.victorg@gmail.com
Aguardo contato.
Victor GM.
Olá Prof* Ignez,
Quero elogiar o site, pois muito rico por privilegiar a cultura, história e personagens da nossa linda Barreiras, Indicarei, Parabéns! …
Curiosidade: existem no seu acervo fotos dos funcionarios da codevasf em Barreiras dos anos 1955 – 1958 – 1960 até 1975?
Gostaria de ver fotos dos funcionarios barreirense e das obras da época.
Atenciosamente, Karine B Magalhães.
Olá Profa. Ignez, boa tarde
Parabens pelo blog e artigo. Sou o Marco Espirito Santo, minha mãe é bahiana e somos descendentes direto de João das Botas, com certeza conhece a historia da Independencia da Bahia e o que esse “corsario” portugues representou. Pois bem, gostaria de manter contato com a senhora a respeito de um projeto que estamos desenhando, mas precisamente sobre a agricultura brasileira e a sua evolução principalmente sobre o cultivo da cana de açucar finalizando sobre o etanol brasileiro. (o livro chama-se Caminhos da Sustentabilidade). Muito em breve estarei ai bem proximo na cidade de Carinhanha desenvolvendo um projeto agricola. Se DEUS permitir com certeza iremos implementar esse projeto que certamente trará progresso para a região. Mais uma vez, aceite meus cumprimentos. Marco Antonio – meu endereço eletronico é instcul@uol.com.br
Prezada Profa. Ignez
Não sei se fez algum contato comigo, mas o meu email mudou para marco@culturalespiritosanto.com, por gentileza anote-o para futuros contatos. Obrigado. Mais uma vez parabens pelo Blog.
Olá Ignez,
Meio tarde, mas vi seu reply a um comentário que deixei no Fashion Bubbles:
http://www.fashionbubbles.com/2009/forte-identidade-autoestima-e-poder-a-moda-de-lampiao-e-seu-bando-de-cangaceiros/
Fique a vontade para perguntar o que quiser!
Obrigado.
Inez parabens por este site, pois para nos que estamos distantes da nossa terra querida é um alento para revermos nossa história.
oi adoreiiiiii mais eu gostaria de saber mais sobre jose joaquim de almeida se pudesse me ajudar bjuss
Profª Ignez,
Trabalho na rede municipal de Barreiras com recreação e gostaria de saber se a senhora tem ou sabe onde posso encontrar algum material sobre brincadeiras e jogos típicos das crianças de Barreiras de antigamente.
Caso possa responder, meu e-mail para contato é: pvielmo@hotmail.com
Desde já agradeço,
Paula Vielmo
Paula Vielmo, nossas brincadeiras eram muitas: fazer rodas, de mãos dadas, enquanto cantávamos e íamos girando… jogar pedrinhas, chamadas giribitas. Pular macaco. De correr, muitos… Pique, brincar de esconder…
Melhor falarmos pessoalmente, já que você mora aqui.
Ignez
Cara professora Ignês,
Sou jornalista, moro em Salvador e chego na tarde de hoje (segunda, 28 de junho) em Barreiras para produzir um material sobre a região Oeste da Bahia.
Se possível, gostaria de conversar com a senhora para colher algumas informações históricas e pegar dicas de depoimentos interessantes para buscar.
Aguardo um retorno pelo e-mail vufirmo@gmail.com ou no telefone (71) 91550727.
Agradeço antecipadamente, Victor
QUE ALEGRIA PARA NOS BARREIRENSSES TER UMA PESSOA COMO A SENHORA QUE TRAZ A HISTORIA DE NOSSA TERRA TÃO AMADA E QUERIDA COM MUITA CLAREZA, COM RIQUEZAS DE INFORMAÇÕES TÃO VALIOSAS PARA OS FILHOS DE BARREIRAS PARABENS DONA INEZ PELO SEU TRABALHO FICAMOS MUITOS GRATOS ESTIVE DANDO UMA OLHADA NO SITE QUE MARAVILHA PUDE CONHECER A HISTORIA DE MINHA TERRA GRAÇAS A SUA DEDICAÇÃO E INTERESSE PELA CAUSA GOSTARIA DE CONHECE-LA PESSOALMENTE E PARABENIZA-LA PELO TRABALHO REALIZADO EM PROL DA SOCIEDADE DE BARREIRAS, SOU FILHO DAQUI E FUNCIONARIO PUBLICO TENHO FAMILIA AQUI E GOSTO MUITO DE HISTORIA FATOS ANTIGOS MEU EMAIL ESTA AI UM ABRAÇO PARA SENHORA E DE GRANDE VALIA SEU CONHECIMENTO PARA BARREIRAS QUE ALEGRIA QUE ALEGRIA !!!!!!!
Olá, meu nome é Leandro Pitta, sou natural da cidede de Aramina/SP, é com grande prazer que verifico a existência de mais pessoas com o mesmo sobre nome igual ao meu. Quem sabe não possamos manter contato para verificarmos se existe parentesco. Obrigado.
Leonardo,
Minha família é originada em Portugal, veio para o Brasil através do ancestral João de Deus Pitta, que se radicou no norte da Bahia, nas margens do rio São Francisco, na cidade de Casa Nova. Não consegui saber muito mais do que isso. Em um livro sobre famílias perseguidas pela Inquisição, encontrei o sobrenome Pitta. Seria essa a razão da vinda para o Brasil?
Bom saber que você pode ser meu parente. Sabe alguma coisa de onde vieram seus ancestrais?
Olá novamente Ignes, sei que meu Bisavô era de Minas gerais e meu tataravô era do Rio de Janeiro. Consegui informações somente até aí. Caso consiga alguma coisa entro em contato novamente
meu nome é Elena, eu estou procurando os contatos com pessoal da cidade Barreiras.
Sou representante da Camara do Comércio Brasil – Rússia da Bahia, estou procurando comprar as grandes quantidades da soja para exportar.
O Sr. pode indicar me alguma Associação dos produtores da soja ?
Também procuro para comprar o café em grão e acuçar.
Eu moro em Salvador -BA. Meu celular é 71 8827-9418.
Olá Ignez querida.Como esse mundo se tornou pequeno depois da internet.Mundo que nos trás sentimentos dos mais diversos. No momento, de muita alegria,orgulho,gratidão por ao tomar conhecimento do seu blog saber que essa minha saudosa amiga de infância é hoje uma guerreira,inteligente e uma grande mulher;principalmente divulgadora de nossa origem e da história de Barreiras. Parabéns querida e que Deus ilumine cada vez mais os seus caminhossss.
Beijossss
Olá Ignez, me chamo Mário Sérgio Melo Xavier, sou natural de Dianópolis-TO, estou no 5º período do curso de história na UFT de Porto Nacional e gostaria que a senhora encaminhasse para o meu e mail mariodno@gmail.com, endereço, telefones que eu possa entrar em contato com a senhora, pois quero agendar uma ida até Barreiras para pesquisar sobre a questão dos movimentos separatistas envolvendo nosso região, mais especificamente Dianópolis-To. Tive informações através de meu primo Zilmar Wolney Aires, que é neto do Ex Deputado Abílio Wolney. Ele me falou que havia uma luta pela criação do estado de São Francisco e que abrangeria parte do sudeste do nosso estado.
Mário Sérgio
Em primeiro lugar, há, sim, em tramitação na Câmara dos Deputados, em Brasília um projeto, da autoria do Deputado pernambucano Gonzaga Patriota, para desanexação da Bahia de toda a área que foi tirada ao estado de Pernambuco, isto é, a que fica à margem esquerda do rio São Francisco, que se inicia no município de Casa Nova e vai até o limite com Minas Gerais. Esta imensa faixa de terra nunca pertenceu legalmente à Bahia, pois foi a ela anexada em 1826, através de um ato provisório de D. Pedro I. A Constiuição do Império não permitia que o Imperador desanexasse uma área de uma provìncia e a ligasse a outra, então esse ato foi ilegal.
O citado projeto já foi aprovado em várias comissões da Câmara, mas envolve apenas essa área da Bahia, não se estendendo ao Tocantins.
Quando estudei em Dianópolis, Zilmar Aires, marido de Irani também era aluno.
Ignez Pitta
Olá Ignez,
Desde já parabéns pelo Blog.
Sou estudante graduanda em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia,
e escolhi como tema para o meu Projeto Final de Graduação a Recuperação e Requalificação na área do Antigo Frigrífico Sertaneja ( o conhecido Matadouro de Barreiras). Gostaria de saber se você tem algum material mais detalhadado sobre a história desse local.
Um grande Abraço,
Dayse Andrade
Tenho, sim, Dayse. Como também conheci muito o frigorífico, quando ainda funcionava, na década de 1950. Posso ajudá-la, tenho também uma foto aérea, em que se pode ver toda a antiga estrutura, já bastante demolida por essa praga cotadeira que adquiriu o lugar, e, para desepero e decepção nossa, começou a demoli-lo em lugar de resgatar!
às ordens, meu telefone é 36111667, terei prazer em ajudá-la.
Ignez
Nossa, tenho certeza que será muito enriquecedor para o meu trabalho.
Estarei viajando para Salvador nesta quinta-feira dia 15, e antes disso gostaria de me encontrar com você, te ligo amanhã.
Abraços,
Dayse
Olá Ignez, tava navegando e encontrei seu blog, eu me interessei, pois, minha avó foi registrada em Barreiras-BA, e me deu uma curiosidade muito grande em saber mais, talvez quem sabe descobrir um pouco mais sobre parentes, o sobrenome dos meus bisavos era ” Rosa Lima”. Fico grato por algum contato seu, obrigado.
Cara Prof Inês,
Eu sou Eliana, uma advogada internacional, Artista de tecidos, moro na Dinamarca, mas nasci em Barreiras. Meu avô foi o Sr. Francisco Casa Vermelha era casado com Tarcila Jacaranda, ele era um artista, desenhava e produzia jóias, ourives, e era conhecido como o homem das sete profissões. Eu gostaria de saber mais sobre a história da família porque a família tinha ramificações na Europa e eram descendentes de judeus. Meu avô era loiro, tinha olhos verdes, o que é uma indicação de suas origens estrangeiras. Ele trabalhou com tapeçaria e bordados, uma das coisas que mais me fascina hoje, porque sem ter conhecido os meus avós eu desenvolvi o gosto pela arte em tecidos, madeira e metal e comecei a trabalhar com esses materiais de forma intuitiva, sem nunca ter ido a universidade para aprender a arte, o que tem intrigado outros artistas que se impressionam com a minha facilidade de transformar o material transformar o material bruto em jóias. .Meu avô encontrava inspiração no rio e natureza de Barreiras. Quando eu era pequena minha mãe ainda tinha broches de ouro feitas por ele. Francisco transformava o ouro produzido em pequenas esculturas e broches em forma de peixe, onde poderia ser visto como se fossem miniaturas de peixes autenticos. Agradeceria muito se a Sra. puder me enviar fotos da casa vermelha e porque o meu avô era conhecido como Francisco Casa Vermelha e quem eram os proprietários originais da Casa? Se possivel gostaria de obter o seu email. Grata, Eliana
Professora Inês, muito obrigada por seu valioso trabalho. Eu moro na Europa e fiquei muito feliz em saber que estás escrevendo sobre a minha cidade natal, Barreiras!