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	<title>História de Barreiras &#187; Fernando Machado</title>
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	<description>por Ignez Pitta</description>
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		<title>O velho jeitinho brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Zé]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2007 o escândalo dos cartões corporativos veio à tona e tomou conta do noticiário nacional. Dentre tantos “servidores” públicos pegos com a mão boba na bruaca dos brasileiros, um “desavisado” funcionário do Ministério das Comunicações, chegou a pagar a reforma de sua mesa de sinuca com “seu” famigerado cartão. O Ministro da Copa de 2014/Olimpíadas do Rio e baiano dos Esportes, Orlando Silva, sacou da gibeira um cartãozinho corporativo e quitou um beiju de tapioca no valor de R$ 8,30. Mas “mulê arretada” era a Ministra da Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, que “duma lapada só” embolsou R$ 101.594,11 em diárias de viagens, acabou demitida, mas não devolveu a grana “Eita viage , virada no mói de cuento”.</p>
<p>Já o “Super Herói Tupiniquim”, Presidente Lula, quando se “aposentar” da Presidência da República em 01 de janeiro de 2011, continuará se deleitando na “teta da viúva”. À sua inteira disposição ficarão: 2 carros, 2 motoristas e mais 8 assessores, todos escolhidos por ele. E nós pagamos a conta, é claro!  Canta Mestre Lula, canta Gonzagão, canta: “&#8230; uma pra mim, uma pra tu, uma pra mim, outra pra mim&#8230;”.<span id="more-378"></span></p>
<p>Agora, não pensem vocês que somente em Brasília é que nossos “dignos” servidores dão uma “puladinha” na cerca da ética e da moral. Pus meu  “bisbilhotômetro” para funcionar e descobri que existem “espertalhões” no governo baiano também.</p>
<p>Espiem essa traquinagem: nos dias 15 e 19 de setembro aconteceu o V Seminário do Cerrado em São Desidério e Barreiras. A programação do evento foi disponibilizada no sítio eletrônico www.cra.ba.gov.br. Entre as autoridades da programação, não se incluía a presença do Secretário de Meio Ambiente da Bahia, Dr. Juliano Matos, que por sua vez não se fez presente, mas enviou gentilmente emissário para representá-lo.</p>
<p>O “curioso” disso tudo, é que Dr. Juliano, mesmo não vindo ao evento, solicitou no dia 22/09/2009, diárias no valor de R$ 392,60, e recebida no dia 24/09/2009, conforme consta no empenho nº 11888, nota fiscal nº 200900902 e disponível no www.senhaaberta.ba.gov.br. O Secretario alegou ter participado do evento, ou seja, o Dr. Juliano Matos passou para a capanga as diárias mesmo não estando presente no V Seminário do Cerrado. O que fez então o secretário para justificar o recebimento das diárias? Ou houve algum erro da “tele das internets”?</p>
<p>Caros leitores, se “aproncheguem mais e prestenção neste restin de prosa”: Num é que Juliano Matos esteve por aqui, sim, nesta dita data! Não para o Seminário, pois nem apareceu lá, não a serviço da SEMA ou do contribuinte baiano, então, o que fazia por estas bandas do Rio Grande nosso ilustre Secretário? Deliciando-se numa galinha caipira na Nanica é que não era! Mas vou me arriscar a responder: construindo sua base eleitoral na região para 2010, pois é pretenso candidato a Deputado Federal. E dentre seus “compromissos de secretário/candidato” esteve em Riachão das Neves, reunindo-se com o grupo político do ex-prefeito Dorgival Bonfim – o Dorge, além de Bom Jesus da Lapa e outros municípios do oeste.</p>
<p>Comenta-se ainda, que além do aporte financeiro das diárias, nosso Dr. Secretário Matos, iniciou sua campanha eleitoral por aqui,  “atirando com a soca-bucha alheia”, a bordo de carro oficial, com motorista, combustível, hospedagem, alimentação e tudo pago como parece, com recursos públicos. “Tu assunta um trem desse homi, o Dotô da caipitá trabaia de candidato é, antão ni quem qui nois vai creditar?  “Sei não, quero é qui o mundo se acabe numa enchente de leite, e eu, escorado num barranco de cuscuiz!”</p>
<p>Vergonha é o menor dos adjetivos que posso utilizar para estes que mal intencionados e com “jeitinho brasileiro”, se aproveitam e driblam as Leis para se locupletar na política e do erário público. É preciso que o Tribunal de Contas da Bahia, Ministério Público Estadual e a Assembléia Legislativa, estejam atentos e façam as devidas averiguações, bem como, publicamente se manifestem quanto a este fato. Declama Poeta Matos, declama Boca do Inferno, declama: “&#8230; estupendas usuras nos mercados, todos, os que não furtam, muito pobres: e eis aqui a cidade da Bahia.”</p>
<p>Concluo meus caros amigos e amigas, “este romanesco jogral”, citando a poetisa Cora Coralina: “&#8230; plantemos a roça, lavremos a gleba, cuidemos do ninho, do gado e da tulha. Fartura teremos e donos de sítios felizes seremos.” E nada mais!</p>
<p>Zé  DendáguA</p>
<p>Publicado originalmente no Jornal do São Francisco – Ano IV Nº 63 / Página 20.</p>
<p>Por <strong>Fernando Machado</strong></p>
<p>Pré Alfabetizado</p>
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		<title>Deus: Rogai por nós</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 19:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Fernando Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Zé]]></category>

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		<description><![CDATA[“Ziguizira”, no dicionário “populês” significa: eita lasqueira, embromação, rolo desgraçado, casa de mãe Joana, bagaceira no caminho da feira, pau de dar em doido, barraco, zica, ou confusão. Com a indefinição no cenário estadual e nacional, assim parece que serão as eleições 2010 aqui pelas beiradas do Rio Grande e seus tributários, uma verdadeira ziguizira. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-376" title="lulacollor" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/11/lulacollor.jpg" alt="lulacollor" width="399" height="317" /></p>
<p>“Ziguizira”, no dicionário “populês” significa: eita lasqueira, embromação, rolo desgraçado, casa de mãe Joana, bagaceira no caminho da feira, pau de dar em doido, barraco, zica, ou confusão. Com a indefinição no cenário estadual e nacional, assim parece que serão as eleições 2010 aqui pelas beiradas do Rio Grande e seus tributários, uma verdadeira ziguizira.</p>
<p>Velhos adversários, hoje novos aliados. Históricos companheiros, recentes desafetos. Materialista convicto se une a evangélica criacionista, esquerda com direita, Pedrosa com Braga, Da Costa dá as costas para Kelly, Tucana no PT, presa com predador e por aí vai. Vale tudo e a qualquer preço pelo poder.<br />
<span id="more-373"></span><br />
A rádio peão propaga, o boca-boca se espalha, os “vissuneiros” confirmam, já os fuxiqueiros de plantão não se calam e o “linguatório” informa alguns nomes de candidatos a candidatos, o que demonstra o “salve-se quem puder” e um aperitivo para 2010. Trago-lhes então e em 1ª mão estes personagens.</p>
<p>Vamos lá:</p>
<ul>
<li>Pelo PT do B – O beligerante Presidente da sigla, Queiroz da Santa Luzia, será federal, e ainda terá Zé Pelé, Manoel Messias, Miro da Santa Luzia e o Simon Bolívar do Estado do Rio São Francisco, Marlan Rocha, além dos estaduais, Toinho Gabriel e Nego Balboa.</li>
<li>PSDB – O bravo Ticar é federal, Vereador Laan de Santa Rita de Cássia e Caduda Braga são estaduais (os Bragas perderam as últimas 3 de 4 disputadas).</li>
<li>PMN – O motoqueiro Binha é estadual.</li>
<li>PSDC – Têm Tererê e Anderson do Conjunto Habitacional rumo à assembléia.</li>
<li>PC do B – Vem como “sempre” com Kelly Magalhães.</li>
<li>PSC – Da Vereadora Beza, será representado com o estadual Rogério Tavares.</li>
<li>PCB – De Mestre Liba, tem Dão de Ramiro candidato a estadual.</li>
<li>PSOL – Virá com Renato Santos a federal.</li>
<li>DEM – Conta com Dó de Baltazarino, a dupla VW (não é Volkswagen não) Valter “arigatô” Horita e Wagner Pamplona &#8211; Federais, além de Hebert Barbosa de São Desidério e Luciano Trindade do LEM &#8211; estaduais.</li>
<li>PV – Angical tem estadual, o vereador William. Adenilsom Arruda, Asteclídes ou Tsylla Balbino é federal pelos verdes.</li>
<li>PMDB – Antonia Pedrosa tentará 3º mandato de estadual, e talvez divida palanque com seu marido, Antonio Henrique – Federal (Promoção: gasto único e voto duplo) e ainda Fábio Lauck – Estadual.</li>
<li>PPS – Tem até Senador, Eliezer “Durin” Almeida, e conta ainda com Rozenilo de Formosa do Rio Preto a estadual.</li>
<li>PSB – Regina Figueiredo “enciumada” com a comunista, tenta ser estadual também.</li>
<li>PDT – Por Cotegipe Jorge Mota é estadual e por aí Oziel é Federal.</li>
<li>PT – Tem novo mestre, sai professora Nilza de Barreiras, vem Professor Waldeci de Santa Maria da Vitória a estadual.</li>
<li>PP – O ex-prefeito da Barra, Dionísio, tentará vaguinha na ALBA também.</li>
</ul>
<p>Ufa! São tantos nomes e cognomes, que talvez eu tenha esquecido alguns. Se todos estes forem candidatos mesmo, parece que teremos mais postulantes que eleitores, mas até junho do ano que vem, o funil poderá deletar alguns destes.</p>
<p><img title="urna_eletronica_voto" src="../wp-content/uploads/2009/11/urna_eletronica_voto.jpg" alt="urna_eletronica_voto" width="400" height="300" /></p>
<p>No mais, gostaria de entender quais são os planos da “Super Poderosa” AIBA para 2010. Tentará dar o pulo do gato, dobrando Oziel Federal e Horita Estadual, ou invertendo essa ordem? Virá de mão dupla, pela direita com Serra/Souto e pela esquerda com Dilma/Wagner? Pois assim, vão se os dedos e ficam os anéis?  Ou haverá um racha entre o “Grupo do Cerrado” e o “Império Francês”? Como dizem: político não mente, inventa a verdade. Não duvide de nada! E Kelly Magalhães, como ficará? E se for mesmo candidata, o que fazer para angariar votos nos municípios do oeste com tantas outras candidaturas locais? Já Antonia Pedrosa, fortaleceu-se pela Bahia afora com a ida para o PMDB de Geddel? E Tonhão com seus milhares votos, deixará o circo pegar fogo, ou entra no jogo?</p>
<p>Os possíveis cenários estão sendo desenhados, e poderemos correr o risco de ficarmos sem representação na assembléia legislativa e na câmara federal, afastando-nos ainda mais da possibilidade de edificação do novo estado do Rio São Francisco, e das políticas do governo estadual e federal, mesmo que pequenas e inexpressivas como hoje. Assim tanto, os candidatos “do bem” e os de “ficha suja”, também se vêem em situação não muito cômoda. Então, vale para Chico, como para Francisco, ou para nós, pobres mortais. Clamai amigos e amigas: Senhor tende piedade de nós! E eles estão no meio de nós?</p>
<p>- Zé Dend’Agua –<br />
Por Fernando Machado<br />
Pré Alfabetizado<br />
armundrongao@hotmail.com</p>
<p>Publicado originalmente no Jornal do São Francisco Ano IV nº 62, página 20 &#8211; Reproduzido com autorização do Autor.</p>
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		<title>Como éramos felizes e não sabíamos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Fernando Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna do Zé Den d'Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Coluna do Fernando Machado Vivi minha infância e adolescência num bairro periférico de Barreiras, rotulado como violento e dominado por gangues, a Vila Brasil. Freqüentei a Escola Estadual Prisco Viana, nesta fiz meu primeiro e único tratamento dentário e adquiri uma centena de amigos. Tive como mestra dentre tantas que me influenciaram imensamente, a Professora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Coluna do Fernando Machado</strong></p>
<p align="center">
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3235/2289732744_f168b9c82a.jpg" alt="" width="500" height="317" /></p>
<p>Vivi minha infância e adolescência num bairro periférico de Barreiras, rotulado como violento e dominado por gangues, a Vila Brasil. Freqüentei a Escola Estadual Prisco Viana, nesta fiz meu primeiro e único tratamento dentário e adquiri uma centena de amigos. Tive como mestra dentre tantas que me influenciaram imensamente, a Professora Minervina, rígida e de imensa dedicação ao exercício de educar. Também Professora Valda, figura docemente humana, inteiramente entregue à profissão e às causas religiosas, e por fim, meu primeiro amor, Professora Liziane, de olhos inebriantes como as águas da Lagoa Azul de São Desidério.</p>
<p>Gangues em Barreiras não são novidades e nem privilégio do meu bairro. Os “Rebeldes e Subversivos” datam dos anos 70. Pequenos “grupos de malfeitores” compostos de ingênuos delinqüentes juvenis de classe média, como os “Casaco Preto”, turma da “Rua de Baixo”, “Gângsteres” da Coréia (Barreirinhas) e na margem direita do Rio Grande, mediam força, distribuíam popularidade e beleza entre as “cocotas” da época.</p>
<p><span id="more-366"></span>Já no final da década de 80 e inicio de 90, “Jovens Arruaceiros” e recrutas do 4º BEC intitulavam-se “Os Dragões” e “Os Cobras”, enfrentavam-se pelo poder e a fama de “machão” nas festas do Clube Dragão Social, ABCD, no Bar Malte 90, discoteca Senzala, pelas ruas da “Barreira véa” e em tempos de carnaval. Sem mortalhas e atrás do Trio Elétrico de Aguinaldão, embalados pelos Biriba Boys, estes jovens bebiam conhaque, cheiravam Loló (mistura de Clorofórmio e o líquido da goma de mascar Babaloo), dificilmente fumavam maconha e quase nunca dispunham de lança perfume. Nada de mortes, digladiavam-se com violentos chutes e socos, entre soqueiras, cabos de aço, fivelas de cintos, e raramente facões e cutelos.  Mas, Barreiras cresceu, evoluiu e o “tali do pogresso” chegou.</p>
<p>O que falar da criança de onze meses de idade brutalmente assassinada nos braços da mãe, vitima de bala perdida num conflito entre gangues neste mês? Poderia ter sido no Rio de Janeiro, em São Paulo ou em Salvador, mas não, foi bem ali na Cascalheira, aqui em Barreiras no nosso Afeganistão pessoal!</p>
<p>Sim, nós já temos gangues que atiram com revolveres sim, “galeras” que matam crianças, e velhos que choram os jovens que enterram. Esta “briguinha” não é mais por fama, glória ou garotas, nem com vergalho de boi, “currião” ou chicote de laranja. A guerra é por pedra de crack, cocaína, maconha, pela cola que aspiram ou o tinner que inalam. Não são mais resolvidas “no braço”, e sim com trabucos “três oitão”, 9 milímetros, munição a gás e até metralhadoras.</p>
<p>Hoje os “grupelhos” são conhecidas como “Os Goy”, “Galera da Bagaça”, “Tribo de Jah”, “Caixa D´agua”, dentre tantas outras. Estes moleques não são os responsáveis diretos pelo tráfico de drogas e o comércio de armas de fogo, no máximo não passam de “avião” ou “vapor”, meros empregados do crime, e nem consumidores exclusivos da “parada”,  a “Playboyzada”  também se droga até os ossos, garantindo “o movimento”  da  “boca” e o financiamento da barbárie.</p>
<p>Há que saudades tenho do Colégio Padre Vieira, da educação física dos professores Odílio e Jorge Kerton (in memória), do teacher Juarez, e das práticas de horticultura com a serena Célia Rocha no Colégio Antonio Geraldo. Que tempo bom, onde nossas escolas eram capazes de influenciar a mocidade e impedir tais mazelas. Infelizes são os professores, antes chamados de mestres, hoje reles servidores públicos, mal remunerados e obrigados a educar e criar filhos alheios diante da ausência das famílias.</p>
<p>Salvemos estes meninos e meninas que praticam a violência como estilo de vida, que se alimentam na lateral da feira, almoçam farofa de salsicha ou tripa bovina. Nunca existiu nada de glamoroso no cotidiano das periferias ou no interior das gangues, <span style="text-decoration: underline;">Barreiras é um imenso barril de pólvora endividada socialmente, prestes a explodir.</span></p>
<p>Afago amavelmente todas as mães e vitimas da violência, miséria e impunidade. Porque se tudo piorar sumo no mundo, mas antes vou pro gerais, arranco toco, ganho um troco, produzo commodities, ajudo a balança comercial, participo da distribuição de renda, compro uma moto 125 e ripe serei.</p>
<p>Por <strong>Fernando Machado</strong></p>
<p>Pré Alfabetizado</p>
<p>armundrongao@hotmail.com</p>
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