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	<title>História de Barreiras &#187; História Contemporânea</title>
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	<description>por Ignez Pitta</description>
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		<title>Como fazer um museu histórico?</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 14:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Barreiras sedia a primeira oficina regional de documentação de museus Desde que nosso conterrâneo, o baiano Gilberto Gil foi titular do Ministério da Cultura, ele se empenhou em divulgar um novo conceito de museu. Antes considerado como a casa das musas, da beleza sublime de quadros e outras maravilhosas obras de arte, sem abandonar, claro, esse conceito, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3656.jpg"><img title="&lt;SAMSUNG DIGITAL CAMERA&gt;" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3656.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p><em>Barreiras sedia a primeira oficina regional de documentação de museus</em></p>
<p>Desde que nosso conterrâneo, o baiano Gilberto Gil foi titular do Ministério da Cultura, ele se empenhou em divulgar um novo conceito de museu. Antes considerado como a casa das musas, da beleza sublime de quadros e outras maravilhosas obras de arte, sem abandonar, claro, esse conceito, outra ideia passou a surgir, ao pensarmos em museu: a casa da cidadania, o museu histórico que até as pequenas cidades podem ter, retratando a sua origem, seus fundadores, a cultura popular e a vida de seus habitantes. Um lugar privilegiado pelas lembranças das pessoas, que ali também se retratam e onde se  sentem pertencer. O museu histórico que desperte na criança, no jovem, em todos que o visitem um forte senso de identidade, ao reconhecer que são uma parte importante, uma continuidade daqueles que ali estão representados através de suas fotos, objetos, documentos, vida cultural, econômica, religiosa&#8230;</p>
<p>Em vista disso, a Diretoria de Museus &#8211; Dimus &#8211; do IPAC, pertencente à Secretaria Estadual de Cultura, em Salvador, vem se empenhando em divulgar essa tão enriquecedora ideia de museus em todo o Estado, visando levá-la às cidades do interior, em cada um dos nossos territótios de identidade.<span id="more-782"></span></p>
<p>De início, organizou o <em><strong>1º Encontro Baiano de Museus</strong></em>, em Salvador, convidando pessoas de algum modo ligadas a museus, em todo o Estado e criando então uma rede de voluntários, para atuar como articuladores. Da nossa região Oeste, ficamos eu, Ignez Pitta, da bacia do rio Grande e Joaquim Lisboa e Angélica Rodrigues, da bacia do rio Corrente, que nos comprometemos a disseminar a nova ideia do museu existir em cada cidade, como instrumento educacional e formador de cidadania.</p>
<p>Desse modo, com o apoio dos articuladores, puderam ser disseminadas oficinas de conhecimentos museais, ministradas pela DIMUS, através de toda a Bahia, organizadas, em cada região, com o apoio do município sede.<br />
E assim chegou a vez do Oeste: todos as Secretarias de Cultura dos municípios, instituições museais em funcionamento ou em vias de organização foram convidadas, sendo que vieram representantes de Buritirama, São Desidério, Catolândia, Luís Eduardo, Santa Maria da Vitória, Cristópolis, Wanderley e de Barreiras, a fim de participar dessa, que é a oficina inicial, onde os participantes aprendem o bê-a-bá da organização de um museu: a documentação das peças que constituem o seu acervo.</p>
<p>De Santa Maria da Vitória, além dos articuladores, veio um representante do Museu que guarda as peças do grande carranqueiro, Guarany; Em Barreiras, a Diocese está organizando o Memorial D. Ricardo e enviou uma representante, comparecendo também um organizador de quadrilhas juninas; a professora da UFBA que está montando o Museu do Cerrado e vários alunos; representantes do Memorial do Colégio Padre Vieira e do Museu Napoleão de Mattos Macedo. Os representantes dos outros municípios que compareceram irão poder iniciar em cada um deles o seu museu histórico.</p>
<p>A DIMUS enviou a museóloga Marília Pereira, que, por três dias nos passou a metodologia, de forma teórica e com muitas práticas, de como iniciar um museu, fazendo corretamente a documentação do seu acervo, também realizando visitas técnicas ao Memorial do Padre Vieira, ao Museu do Cerrado e ao Napoleão Macedo, prestando várias orientações adequadas. Também foi com a turma visitar o casarão que sediará o Museu projetado para ser inaugurado brevemente em São Desidério, imóvel que pertenceu ao primeiro Presidente da Câmara de São Desidério, agora adquirido e belamente restaurado pela Prefeitura.</p>
<p>A Oficina teve lugar em Barreiras no Palácio das Artes, tendo recebido total apoio do Coordenador de Cultura do município, João Bosco Fernandes e de Gelson Vieira, Representante Estadual do Territorio, que, inclusive, participou da oficina e recebeu o diploma, junto com a turma.</p>
<p>Agora nos empenharemos em registrar as inaugurações dos vários museus que, brevemente, estarão nascendo em nossos territórios!</p>
<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3603.jpg"><img title="&lt;SAMSUNG DIGITAL CAMERA&gt;" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3603.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3597.jpg"><img title="&lt;SAMSUNG DIGITAL CAMERA&gt;" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3597.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3597.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3497.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-784" title="&lt;SAMSUNG DIGITAL CAMERA&gt;" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3497.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3497.jpg"></a> <a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3565.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-785" title="&lt;SAMSUNG DIGITAL CAMERA&gt;" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3565.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a></p>
<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3565.jpg"></a> <a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3575.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-786" title="&lt;SAMSUNG DIGITAL CAMERA&gt;" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3575.jpg" alt="" width="640" height="480" /></a><br />
<a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/12/SAM_3575.jpg"></a></p>
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		<title>O que é essencial</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 17:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda a região Oeste festejou, com razão, a assinatura, pela Presidente Dilma, da criação da Universidade do Oeste da Bahia. Pessoas disseram: já temos aqui os cursos de Engenharia, com a UFBA, agora, com certeza, virá Medicina e afins, que são também essenciais. Viva! Que os anjos digam amém e venham logo as ciências médicas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/11/DSC_6918.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-730" title="DSC_6918" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/11/DSC_6918.jpg" alt="" width="600" height="399" /></a></p>
<p>Toda a região Oeste festejou, com razão, a assinatura, pela Presidente Dilma, da criação da Universidade do Oeste da Bahia. Pessoas disseram: já temos aqui os cursos de Engenharia, com a UFBA, agora, com certeza, virá Medicina e afins, que são também essenciais. Viva! Que os anjos digam amém e venham logo as ciências médicas. Mas&#8230; só essas áreas são essenciais?</p>
<p>E as artes plásticas, a música, o teatro? Já diz a Bíblia: não só de pão vive o homem. E a nossa região está pobre de alma, de cursos universitários que privilegiem também o espírito, a sensibilidade, ou como lá quer que se chame a parte humana que aprecia e produz as atividades artísticas.</p>
<p>Logo no comecinho de Barreiras, pouco tempo após o município ser fundado, já existiam aqui atividades teatrais e de música, lideradas pela família Sampaio, principalmente pelo poeta Alfredo Sampaio e pelo maestro e compositor Antônio Sampaio. Em Barreiras havia o Grêmio Rui Barbosa, em cujas reuniões se estudavam textos e poemas de grandes autores, ao tempo em que os participantes eram convidados a ler suas produções. Os jornais semanais publicavam, além das notícias, textos literários  variados. Apresentações musicais e teatrais levavam à cena, no Cine Teatro Ideal (de que ainda existe o prédio, com o lindo palco) obras escritas por barreirenses, natos ou de adoção.<span id="more-728"></span></p>
<p>Pessoas já me responderam: quem é, aqui, que vai querer fazer curso de Música?? Amigos, vocês estão por fora: possivelmente pessoas como as que  já cursam Música nas escolas existentes em Barreiras. E aqui existem várias, como a Escola de Música Arte Maior, da Profa. Joseana Porto de Souza Matutino, barreirense da gema, como tantas outras, casada com um barreirense de adoção (Que essa capacidade do barreirense de acolher e abraçar o brasileiro de qualquer parte do Brasil e até pessoas de outros lugares do mundo é um dos nossos orgulhos).</p>
<p>Mas, voltando à música: Joseana, que descende de uma família proveniente de Catolândia, começou a estudar música em Barreiras, em 1990, no Instituto Antônio Carlos Gomes, da paulista Profa. Lourdes Zanin, que, tempos depois, devido à morte do marido, mudou-se de Barreiras.</p>
<p>Joseana se lembra de que sua madrinha Nereide tocava teclado e órgão, o que a encantava em criança, e ainda duas primas, em Braslia, tocavam piano. Começou a estudar piano e teoria musical com a professora de música Loudes Zanin, quando cursava o Magistério e o grande estímulo foi ser convidada por ela para dar aulas em sua escola de música. Formada professora, começou a lecionar em Barreiras, enquanto prosseguia os estudos de Música. Conheceu um professor em Eunápolis, que era filiado ao Conservatório Brasileiro de Música, no Rio de Janeiro e então Lourdes sugeriu-lhe que fosse a Eunápolis, fazer aulas com ele, a fim de receber o diploma. Então passou a  ir até  lá, para fazer provas teóricas, práticas e de percepção musical com a banca examinadora que vinha do Rio de Janeiro e onde se reuniam, com o mesmo fim, estudantes de várias partes da Bahia e até de Minas Gerais. O professor fazia a programação de músicas para a próxima prova, duas vezes ao ano.</p>
<p>De Barreiras a Eunápolis não havia transporte direto: tinha que ir para Itaberaba e de lá seguir. Enviava os exercícios de harmonia pelo Correio e a prova final teve a parte de teoria feita em Eunápolis e a prática no Conservatório Brasileiro de Música, no Rio de Janeiro, onde recebeu seu diploma de piano, em 2000.</p>
<p>Comprou seu piano através de um  consórcio, em 24 meses, e então Lourdes foi embora, indicando-a para substituí-la. Começou sua escola, com alguns alunos, na casa de seus pais, em seguida comprou outro piano, pois os alunos foram aumentando. Em 2005 comprou um terreno na rua Bolandeira, nº 559, no bairro Renato Gonçalves, e, ajudada pelo marido, Alex Sandro Matutino, com quem havia se casado em 1999, iniciou a construção da escola em 2006, inaugurando-a em 2007, quando começou  também a oferecer curso de violino, com o Prof. Martin Roca, argentino apaixonado por Barreiras. Em 2008 entrou outra professora de piano e teclado, Cátia Dourado, tendo, em 2009, iniciado o curso de guitarra com o Prof. Martin Roca.</p>
<p>A escola tem uma média de 50 alunos e anualmente faz uma apresentação ao público, em novembro.</p>
<p>Quem vai querer estudar música em Barreiras?!&#8230; Se com tantas dificuldades e viagens a Eunápolis e ao Rio de Janeiro, a Joseana conseguiu estudar e obter seu diploma, pensem aí como será quando a Universidade do Oeste da Bahia abrir as portas de seu Instituto de Artes?</p>
<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/11/Isabele-210.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-738" title="Isabele 210" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/11/Isabele-210-1024x768.jpg" alt="" width="784" height="588" /></a></p>
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		<title>Dia do Soldado</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 15:09:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[25 de agosto é o Dia do Soldado Brasileiro. Atualmente vivemos tempos de relativismo, em que tudo é contestado, diminuído, inclusive o valor &#8211; e a necessidade &#8211; do soldado em uma nação. Ao mesmo tempo reclamamos segurança, paz, tranquilidade, o que não se mantém sem que haja o soldado bem treinado em sua função [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/08/DiaDoSoldado2010.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-726" title="DiaDoSoldado2010" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/08/DiaDoSoldado2010.jpg" alt="" width="677" height="505" /></a></p>
<p>25 de agosto é o Dia do Soldado Brasileiro. Atualmente vivemos tempos de relativismo, em que tudo é contestado, diminuído, inclusive o valor &#8211; e a necessidade &#8211; do soldado em uma nação.</p>
<p>Ao mesmo tempo reclamamos segurança, paz, tranquilidade, o que não se mantém sem que haja o soldado bem treinado em sua função de defesa do país contra ameaças extyernas ou internas. Por isso, não acredite quando lhe disserem que o Brasil não precisa de ter Exército, Marinha, Aeronáutica, pois os tempos em que vivemos são outros&#8230; Outros?! Como?! Se o ser humano é o mesmo?! Mais do que nunca precisamos das nossas Forças Armadas, especialmente em um país como o Brasil, que possui fronteiras tão grandes, assim como uma área de costas oceânicas e extensão tão considerável.</p>
<p>Desejamos, sim, a paz! Mas que nossa Pátria esteja segura, dotada de soldados e equipamentois suficientes para manter sua soberania e dissuadir qualquer ataque. Para enfrentar forças externas, como ocorreu na Guerra do Paraguai ou durante a Segunda Guerra Mundial, em que navios brasileiros foram atacados quando viajavam em águas pertencentes ao Brasil. E com quanta bravura lutaram nossos soldados!!</p>
<p>Em Barreiras, é estimulante a história do nosso primeiro médico, Dr. Augusto César Torres: havendo concluído o curso de Medicina quando começou a guerra do Paraguai, ele, sem colar grau (formatura), alistou-se e, como médico, participou de toda a guerra. Ao retornar, teve dificuldade em obter seu diploma, o que só conseguiu por intermédio do Imperador, D. Pedro II. Seu Diploma acha-se no Museu de Barreiras e você pode vê-lo. Dr. Augusto foi um dos fundadores de Brreiras e sua atuação em nossa terra marcou a história. Na Segunda Guerra tivemos dois barreirenses que foram para a Itália: Eurípedes Pamplona e Aracy Arnaud Sampaio, que se alistou como enfermeira.</p>
<p>No decorrer da história de Barreiras tivemos a participação do 4º Batalhão de Engenharia e Construção, 4º BEC, que aqui chegou em 1972 e ainda permanece em nossa terra, prestando relevantes serviços de Engenharia, entre os quais a construção das estradas que tiraram Barreiras do isolamento, da condição de ilha, aonde só se chegava de navio ou de avião. A vinda, para cá, do 4º BEC talvez seja o fato mais importante da história de Barreiras, pois, sem as estradas, como se desenvolveria a Agricultura em nossos imensos cerrados? Como viriam os tratores e outros maquinários?</p>
<p>Do ponto de vista da Polícia, recebemos, algum tempo após a emancipação, os oficiais que haviam lutado na Guerra de Canudos, Rodolfo Castelo Branco e Antônio Pamplona, que também marcaram a nossa história, do ponto de vista da segurança. Rodolfo Castelo Branco foi Delegado de Barreiras e uma espécie de Delegado regional para toda a área por mias de vinte anos, aqui deixando escrita uma história de ordem segurança e paz. Ambos fundaram famílias, que perpetuam, entre nós, seus sobrenomes.</p>
<p>Que os soldados brasileiros continuem sua trilha de bravura e serviço à Patria, até a outras Pátrias, como os componentes do 4º BEC que foram servir no Haiti e para lá levaram seus conhecimentos e serviços em engenharia e em manutenção da ordem e segurança.</p>
<p>Homenageamos todos os nossos soldados, regozijando-nos ainda, porque dentre eles existen já tantas mulheres!</p>
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		<title>Universidade do Oeste da Bahia</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 20:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, 9 de agosto, os barreirenses fomos brindados, através do jornal local da TV Oeste, com a notícia do encaminhamento para a criação da Universidade do Oeste da Bahia, que receberá amanhã a assinatura da Presidente Dilma. Conforme foi anunciado, a sede vai ser em Barreiras, havendo também a instalação de campi em Barra, Bom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, 9 de agosto, os barreirenses fomos brindados, através do jornal local da TV Oeste, com a notícia do encaminhamento para a criação da<strong> Universidade do Oeste da Bahia</strong>, que receberá amanhã a assinatura da Presidente Dilma. Conforme foi anunciado, a sede vai ser em Barreiras, havendo também a instalação de campi em Barra, Bom Jeus da Lapa e Luís Eduardo Magalhães.  Serão tomadas providências para a organização e agilização dos campi, esperando-se que estejam viabilizados em seis meses.</p>
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		<title>Cantinho do Senhor dos Aflitos</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jul 2011 15:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[2 de julho, dia da independência da Bahia, é também o da romaria e festa do Senhor dos Aflitos, em Barreiras. Situado à margem de uma linda curva do rio Branco, dezoito km ao norte de Barreiras, o Cantinho é, desde tempos imemoriais, lugar de fé e de esperança para os barreirenses, que apelam ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/07/cantinho-senhor-dos-aflitos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-718" title="cantinho senhor dos aflitos" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/07/cantinho-senhor-dos-aflitos.jpg" alt="" width="419" height="282" /></a></p>
<p>2 de julho, dia da independência da Bahia, é também o da romaria e festa do Senhor dos Aflitos, em Barreiras. Situado à margem de uma linda curva do rio Branco, dezoito km ao norte de Barreiras, o Cantinho é, desde tempos imemoriais, lugar de fé e de esperança para os barreirenses, que apelam ao Senhor dos Aflitos (Jesus Cristo crucificado), recordado por uma bela e antiga imagem.</p>
<p>Ao Senhor dos Aflitos se dirigem em orações e súplicas diante das mais diversas dores e dificuldades, recorrendo a Cristo, em sua aflição. Sentem-se escutados e atendidos e vão, durante todo o ano, até o Cantinho, buscando a revelação da presença de Deus em suas vidas, pedir ou agradecer as graças alcançadas. Também pedem a vinda da chuva, quando a seca ameaça as lavouras, no segundo semestrte, e vão ao cantimho buscar a imagem de Cristo, em seu momento de dor na crucificação, percorrendo com ela as ruas de Barreiras, povoados, como Arraial da Penha e outros da zona rural. Quando a imagem do Senhor dos Aflitos se aproxima de Barreirinhas, cercada pelos fiéis, que oferecem o sacrifício da caminhada e das preces e cantos, a chuva cai! E são nove dias de novenas, cânticos e súplicas, que são sempre atendidos.</p>
<p>Este ano de 2011 o Bispo de Barreiras, D. Josafá Menezes, participou piedosamente da romaria, tomando parte nos louvores, orações, cânticos da sua comunidade, dando-lhe um edificante exemplo de fé. Também celebrou a missa solene no Cantinho, comparando esse lugar retirado ao Monte Tabor, onde, como num cantinho, os Evangelhos relatam que Jesus conduziu alguns Apóstolos, revelando-lhes sua face divina e ainda a presença de Moisés e Elias. Essa leitura evangélica da missa, cantada e festiva, posta como metáfora da nossa devoção ao Senhor dos Aflitos, no Cantinho, comoveu todos os fiéis, que se sentiram chamados por Deus a um cantinho de fé, onde pudessem sentir sua presença e assistir à revelação de sua glória!</p>
<p>Após a missa, D. Josafá conduziu os seus fiéis diocesanos, que haviam acorrido ao Cantinho em grande número, para realizarem um procissão solene, com a imagem sagrada do Crucificado.</p>
<p>A Prefeitura de Barreiras montou, como em outros anos, uma bela e apropriada estrutura para a solenidade, visto que a Igreja do Senhor dos Aflitos é pequena para tantos fiéis, da zona urbana e rural.</p>
<p>***</p>
<p>Saiba mais:</p>
<p>De acordo com o padre Geraldo Lang,  a imagem do Senhor dos Aflitos chegou ao Brasil em 1720, trazida por uma família de portugueses, mas só em 1946 a atual igrejinha foi erguida no local. Sobre o sacrifício feito pelos católicos que andam toda a madrugada para chegar na igrejinha pela manhã, ele disse ser uma forma de demonstrar a sua fé em Deus. “A romaria é uma forma de expressar gratidão. Enquanto andam, eles rezam e cantam músicas de louvor. É muito positivo”, concluiu. (Fonte: Jornal A Tarde - <a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=909366">http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=909366</a>)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse nome Cantinho foi um repertório de idéias de Francisco José Ayres da Fonseca e sua mãe Isabel Macambira e Mira Claro Aires da Fonseca que procuravam um lugar, um cantinho para ficar com a imagem do Senhor dos Aflitos trazida de Portugal, aí surgiu o nome de Cantinho do Senhor dos Aflitos, que antes era o chamado povoado de Timbór. A imagem chegou em 1710 e em 1720 construiu-se a capela para que os romeiros pudesse encontra o lugar de veneração da imagem. (Fonte: Diocese de Barreiras - <a href="http://www.diocesedebarreiras.org.br/index.php?pagina=noticia_completa&amp;id=135">http://www.diocesedebarreiras.org.br/index.php?pagina=noticia_completa&amp;id=135</a>)</p>
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		<title>Fim do sonho</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 17:47:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, dia 21 de junho, a televisão, em seu noticiário local, deu-nos a notícia: a comissão que veio avaliar as condições para a implantação do curso de Medicina no campus da UFBA em Barreiras não encontrou aqui as condições necessárias. O sonho terá que ser adiado&#8230; Que condições nos faltam? Em primeiro lugar, nos órgãos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/06/images.jpg"><img title="images" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2011/06/images.jpg" alt="" width="249" height="202" /></a></p>
<p>Hoje, dia 21 de junho, a televisão, em seu noticiário local, deu-nos a notícia: a comissão que veio avaliar as condições para a implantação do curso de Medicina no campus da UFBA em Barreiras não encontrou aqui as condições necessárias. O sonho terá que ser adiado&#8230;</p>
<p>Que condições nos faltam? Em primeiro lugar, nos órgãos de saúde, que não estão à altura para as práticas dos estudantes, e depois a própria cidade, que não oferece as condições para receber os professores&#8230; De fato, a cidade está suja, mal cuidada, causa a impressão de terra arrasada, abandonada.</p>
<p>Doeu, Barreiras&#8230; Dói ver suas praças com jardins sujos e, principalmente, com as plantas secas, morrendo por falta de serem regadas. Jardineiros&#8230; onde estão? Os jardins morrendo à míngua de água são como um símbolo, dolorido, do que os barreirenses sentimos. E vem o refrão da música: &#8220;já não posso mais olhar nosso jardim, já não existem flores, tudo morreu assim&#8221;&#8230;</p>
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		<title>Bahia e China oficializam instalação de fábrica de beneficiamento de soja em Barreiras</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jun 2011 18:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Um braço da ChongQing Grain Group Corporation, estatal chinesa que tem como uma das atividades a industrialização e comércio de óleo alimentício de origem vegetal, vai instalar uma fábrica de beneficiamento de soja no município de Barreiras, a 848 quilômetros de Salvador. Com a assinatura do memorando de entendimento, nesta segunda-feira (6), na Governadoria, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um braço da ChongQing Grain Group Corporation, estatal chinesa que tem como uma das atividades a industrialização e comércio de óleo alimentício de origem vegetal, vai instalar uma fábrica de beneficiamento de soja no município de Barreiras, a 848 quilômetros de Salvador. Com a assinatura do memorando de entendimento, nesta segunda-feira (6), na Governadoria, entre os governadores Jaques Wagner, da Bahia, e Huang Qi Fan, da província Chongqing, foi oficializada a abertura da unidade industrial na região oeste do estado.</p>
<p>A efetivação do investimento é resultado da participação do governador na comitiva brasileira que foi à China no mês de abril. “Quando há uma cobertura institucional do governo estadual, os investidores estrangeiros que, nesse caso, são os chineses, se sentem mais à vontade.</p>
<p>Como foi dito pelo governador chinês, este investimento pode crescer, pois eles pensam em instalar na região uma indústria têxtil, além de demonstrar interesse em trabalhar com a logística do porto. A segunda maior economia do mundo é um porto vantajoso para nossos produtos”, disse Wagner.<span id="more-710"></span></p>
<p>Em visita à Bahia, a delegação chinesa lançou, domingo (5), a pedra fundamental da esmagadora do grão, objeto do protocolo de intenções assinado em Pequim. O grupo investirá inicialmente cerca de US$ 300 milhões para a implantação do projeto e terá como contrapartida da Prefeitura de Barreiras a doação de 100 hectares para instalação da empresa no polo industrial da cidade.</p>
<p>O acordo estabelece uma cooperação internacional e compromete o governo a fornecer informações para subsidiar a decisão de investimentos de empresas da província, nos segmentos de agronegócios, infraestrutura/logística e indústrias. Durante o lançamento, os chineses sinalizaram a intenção de implantar uma indústria têxtil também no município. A indicação acontece no momento em que o algodão foi o grande destaque da safra 2010/2011 na região.</p>
<p>A área plantada com a cultura aumentou 51% em relação ao ano-safra anterior. Isso fez com que a produção saltasse de 372 mil toneladas de pluma em 2009/10 para 600 mil toneladas de pluma nesta safra, uma variação positiva de 62%.<br />
Atualmente, a Bahia é o segundo maior produtor de algodão do País, com fios semelhantes aos do Egito.</p>
<p>Segundo o secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Eduardo Salles, o grupo anunciou que pretende ter um porto privado, além de trazer uma indústria têxtil no oeste baiano. “Os chineses não vêm para comprar commodities, mas sim para agroindustrializar, gerando emprego e renda no interior do estado”.<br />
Em dois anos são 16 agroindústrias anunciadas.</p>
<p><em><strong>Novos investimento reforçam cadeia de produção têxtil</strong></em><br />
Com capacidade para esmagar 1,5 milhão de toneladas de soja por ano – quase metade da produção anual do estado, que na safra 2010/2011 alcançou a marca de 3,6 milhões de toneladas, a indústria Chongqing Dragonfly Oil, às margens da BR-242, entre Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, irá gerar 300 empregos diretos, número que na fase final do projeto deve chegar à casa de mil. A intenção do governo chinês é expandir o investimento até R$ 4 bilhões no Brasil.</p>
<p>O governador de Chongqing, Huang qi fan, disse ainda que o grupo tem interesse de investir em terminal da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) com a construção de armazéns, tanques de depósitos de óleo alimentar e plataformas de logística. “A Bahia possui ótimas condições, com infraestrutura adequada, com a construção de uma ferrovia que liga o leste ao oeste, portos e aeroportos, além de recursos como o algodão, soja e minérios”. Huang qi fan explicou que os investimentos não são apenas para comprar produtos primários, mas reforçar toda cadeia de produção têxtil.</p>
<p>“É muito importante para o nosso estado que empreendedores de outros países façam investimentos aqui, mas não a qualquer preço. É parte do nosso papel, acompanhar os entendimentos, analisar as propostas e articular as secretarias para maximizar os esforços de atração de investimentos dentro das diretrizes do governo e de seus interesses”, afirmou o secretário de Relações Internacionais e da Agenda Bahia, Fernando Schmidt.</p>
<p>Fonte: AGECOM</p>
<p><strong>http://pensargrandeilheus.blogspot.com/2011/06/noticias-agricultura.html</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ex-rei da soja volta à cena com jazida de metal raro</title>
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		<pubDate>Tue, 31 May 2011 01:28:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresa de Olacyr de Moraes, 80, descobriu a 1ª reserva brasileira de tálio O quilo do produto, raro e tóxico, é cotado a R$ 9.600; Cazaquistão e China são atualmente os únicos produtores Em pleno oeste baiano, de cerrado e plantações de soja, foi encontrada a primeira jazida de tálio do Brasil. O metal, raro, caro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Empresa de Olacyr de Moraes, 80, descobriu a 1ª reserva brasileira de tálio</strong></p>
<p><strong>O quilo do produto, raro e tóxico, é cotado a R$ 9.600; Cazaquistão e China são atualmente os únicos produtores</strong></p>
<p><strong></strong>Em pleno oeste baiano, de cerrado e plantações de soja, foi encontrada a primeira jazida de tálio do Brasil. O metal, raro, caro, tóxico e com aplicações importantes na indústria energética, é agora a menina dos olhos da companhia Itaoeste, do empresário Olacyr de Moraes.</p>
<p>Na década de 70, Olacyr virou o maior produtor individual de soja do mundo. Aproveitou a grande cheia de 1973 do rio Mississipi, que arruinou as lavouras dos Estados Unidos, para expandir a fronteira do grão no Centro-Oeste brasileiro. Ganhou a alcunha de &#8220;rei da soja&#8221; e chegou à casa dos bilhões de dólares, até que os negócios decaíram e ele teve que se desfazer de grande parte de seu patrimônio. Agora, aos 80 anos, recém-comemorados em badalada noite em São Paulo, ele recorre novamente ao cerrado -precisamente a cidade de Barreiras, na Bahia.</p>
<p><strong>VOLUME</strong><br />
De acordo com pesquisa feita pela empresa em 2% da área passível de ter o minério, a jazida encontrada na Bahia possui, por baixo, 60 mil quilos de tálio. A reserva tem potencial de ser maior que as da China e do Cazaquistão, os únicos produtores atuais.<br />
Com esse volume, é possível atender a toda demanda mundial por seis anos, segundo a empresa.</p>
<p>Em 2010, a cotação do tálio foi de US$ 6.000 o quilo (R$ 9.600). Trata-se de um negócio de, no mínimo, US$ 360 milhões para a empresa, que até então estava focada na exploração de manganês, cobalto, ferro, titânio, ouro, cobre e fosfato. &#8221;As expectativas são muito otimistas. Os estudos em desenvolvimento confirmam a continuidade do minério, o que comprova o potencial do jazimento, além de significativas reservas de manganês e cobalto, produtos com alta demanda e valor de mercado&#8221;, disse Vladimir Aps, diretor técnico da Itaoeste.</p>
<p>Fonte: Jornal <a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me2905201104.htm">Folha de São Paulo</a></p>
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		<title>Facebook</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 21:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[As redes sociais são uma grande conquista da nossa época, em que as pessoas se reunem, virtualmente, e passam a trocar experiências, como no Facebook. Mas as páginas do Facebook são bastante complexas, para uma pessoa que estiver perdendo a visão, como eu, enxergando cada vez menos. Por isso, sinto-me agradecida a tantos amigos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2010/12/social-media.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-568" title="social-media" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2010/12/social-media.jpeg" alt="" width="398" height="305" /></a></p>
<p>As redes sociais são uma grande conquista da nossa época, em que as pessoas se reunem, virtualmente, e passam a trocar experiências, como no Facebook.</p>
<p>Mas as páginas do Facebook são bastante complexas, para uma pessoa que estiver perdendo a visão, como eu, enxergando cada vez menos. Por isso, sinto-me agradecida a tantos amigos que me convidam para entrar nessa rede, mas a dificuldade visual torna isso impossível para mim. Embora não utilize esse site da <strong>História de Barreiras </strong>para assuntos pessoais, vejo-me na contingência de usá-lo agora, para agradecer de coração aos que me convidaram a participar do Facebook, explicando-lhes o motivo de não poder fazê-lo.</p>
<p>É maravilhoso sentir que tenho amigos e espero não decepcioná-los. Mas é uma atitude prudente reconhecer as próprias limitações e expô-las, a fim de que os outros saibam o que não somos capazes de fazer. O site <a href="http://historiadebarreiras.com/" target="_blank">historiadebarreiras.com</a> é feito por meu filho, Edgard Pitta de Almeida, que mora em São Paulo: eu mando para ele as fotos de Barreiras e os temas escritos, ele é quem realiza todo o trabalho de internet. Sem essa ajuda imprescindível, eu, quase sem enxergar, jamais poderia ter um site.</p>
<p>Por isso, peço a compreensão de todos os que me convidaram a tomar parte do Facebook, tarefa impossível para mim. Desejo muita felicidade e sucesso a todos<br />
Ignez Pitta de Almeida</p>
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		<title>História de Barreiras completa 100 mil visitas!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 01:51:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[O site História de Barreiras comemora hoje 100 mil visitas e 40 mil visitantes diferentes! Como tudo o que minha mãe faz (e tem feito pela cultura em Barreiras), este site é resultado da crença de que cada um de nós pode e deve fazer a sua parte para um mundo melhor. Parabéns, mãe, tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2010/11/HBarreiras.png"><img class="alignnone size-full wp-image-559" title="HBarreiras" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2010/11/HBarreiras.png" alt="" width="689" height="564" /></a></p>
<p>O site <strong>História de Barreiras</strong> comemora hoje 100 mil visitas e 40 mil visitantes diferentes!</p>
<p>Como tudo o que minha mãe faz (e tem feito pela cultura em Barreiras), este site é resultado da crença de que cada um de nós pode e deve fazer a sua parte para um mundo melhor.</p>
<p>Parabéns, mãe, tenho muito orgulho de você!</p>
<p>Edgard Pitta de Almeida</p>
]]></content:encoded>
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