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	<title>História de Barreiras &#187; Poesia</title>
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	<description>por Ignez Pitta</description>
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		<title>PRESENTE PARA VOCÊ, BARREIRAS !</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 22:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Barreiras, uma cidade bonita cheia de encantos, de belezas e esplendor majestoso, encantos que nos atraem, com suas águas límpidas, pôr do sol maravilhoso e povo de aconchego sem igual. Barreiras de mil encantos com seu folclore, histórias e contos; cantados e contados em versos e prosas, por este povo apaixonado por você Barreiras. Barreiras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Barreiras, uma cidade bonita cheia de encantos, de belezas e esplendor majestoso, encantos que nos atraem, com suas águas límpidas, pôr do sol maravilhoso e povo de aconchego sem igual.</p>
<p>Barreiras de mil encantos com seu folclore, histórias e contos; cantados e contados em versos e prosas, por este povo apaixonado por você Barreiras.</p>
<p>Barreiras de povo forte, que te ama e te idolatra.</p>
<p>Ó Barreiras, majestosa de fatos e fotos, que nos atraem a conhecer suas belezas e encantos, rio Grande, cachoeiras do Acaba Vida, cachoeira do Redondo, fauna e flora sem igual, eis a mais bela do oeste, minha magnífica Barreiras, Te amo cidade!</p></blockquote>
<p><em>Poesia escrita por Aylla Nunes Eloi (7 anos) e Eyllon Nunes Eloi (10 anos)</em></p>
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		<title>A Cultura Barreirense</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 14:06:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Barreirense]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual é a nossa cultura, a cultura de Barreiras? É a nossa identidade, a ligação que vivemos com a vida da nossa cidade. É a voz e o violão a embalar as serestas, É a batida de limão, é gostar de fazer festas, É a curva do rio Grande, suas águas correndo mansas E a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é a nossa cultura, a cultura de Barreiras?<br />
É a nossa identidade, a ligação que vivemos<br />
com a vida da nossa cidade.<br />
É a voz e o violão a embalar as serestas,<br />
É a batida de limão, é gostar de fazer festas,<br />
É a curva do rio Grande, suas águas correndo mansas<br />
E a veloz corredeira das águas do rio de Ondas.<br />
Cultura é fazer fogueira na noite de São João,<br />
é o licor de jenipapo, é a peta e a queijada,<br />
e a galinha com pirão.<br />
Buscar cajuí no mato, pra fazer doce, licor.<br />
É a festa do Divino, com o seu Imperador.<br />
Cultura é o Bumba meu Boi, aquilo que um dia foi<br />
E hoje o tempo mudou. Cultura é sentir saudade<br />
Do apito do vapor.<br />
É lembrar do Padre Armindo, com o fervor de sua fé,<br />
também a cultura é a romaria ao Cantinho,<br />
buscar o Senhor dos Aflitos e rezar para chover.<br />
é o nosso saudoso rito, que faz a chuva cair.<br />
A cultura é o buriti, que vela os mananciais,<br />
Pai das águas a fluir&#8230;<br />
É a noite do Nazaro pelas ruas de Barreiras,<br />
A mais séria brincadeira, brincando de sentir medo<br />
Noite adentro, em correria.<br />
Cultura é o mês de Maria, mês de maio, que saudade!<br />
É a banda do Agustinho, é o trio de Aguinaldo<br />
Que vivem na nossa lembrança.<br />
É o Parque de Exposição, com toda a sua festança.<br />
A cultura barreirense é receber como irmãos<br />
O Sulista, o cearense e quem emigra para cá.<br />
Cultura é o maracujá e o sabor do pequi<br />
Tudo que nos faz sentir que esquenta o coração.<br />
A cultura barreirense é festeira, fogueteira,<br />
Zoadenta, dançadeira, mas gosta também de assuntar<br />
Se teve o rolo do peixe: Cuidado, Barreiras, não deixe<br />
Nosso peixe se extinguir! Nossas águas cristalinas,<br />
Nossos rios de águas puras: eles são nossa cultura,<br />
Nossa razão de existir!</p>
<p>Ignez Pitta de Almeida</p>
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		<title>A Voz do Rio</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 00:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande]]></category>

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		<description><![CDATA[Durval Nunes Há milênios desço, cheio de lembranças Das vertentes mansas lá dos meus gerais Deita o junco ereto numa reverência Batem continência os buritizais Antas, capivaras banham-se em meu leito, Mergulha seu peito o Martim-pescador. Espertos peixinhos sobem na desova, Passo-preto trova do pau d’arco em flor! Nesta caminhada longa pr`o oceano Levo desengano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" style="float: left;" src="http://historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2008/05/riogrande1.jpg" alt="Rio Grande" width="250" /></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: center;">Durval Nunes</p>
<p>Há milênios desço, cheio de lembranças<br />
Das vertentes mansas lá dos meus gerais<br />
Deita o junco ereto numa reverência<br />
Batem continência os buritizais<br />
Antas, capivaras banham-se em meu leito,<br />
Mergulha seu peito o Martim-pescador.<br />
Espertos peixinhos sobem na desova,<br />
Passo-preto trova do pau d’arco em flor!<br />
Nesta caminhada longa pr`o oceano<br />
Levo desengano, deixo vida e cor.<br />
Por este cerrado – flora colorida,<br />
Sou templo – hermida de paz e amor.<br />
Poço bom de pesca trago na surdina<br />
Água cristalina, boa de beber.<br />
Ao soprar da brisa minhas ondas cantam;<br />
Mil sóis se alevantam para me aquecer.<br />
Mas, enquanto a natureza está sorrindo,<br />
E o progresso consumindo o meu sertão,<br />
Homo sapiens mata os marimbus,<br />
Emas e tatus fogem em procissão<br />
Num quase velório lágrimas derramo.<br />
Ao meu Deus eu clamo neste entardecer:<br />
Basta de efluentes, tenham paciência<br />
Eu peço clemência: Deixem–me viver!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As curvas do Rio Grande</title>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 00:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande]]></category>

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		<description><![CDATA[Ignez Pitta de Almeida O rio Grande faz curvas pra dar um abraço em Barreiras em forma de coração. Cada curva desse rio é um pedaço de afeição. O rio Grande faz curvas pra poder ficar mais tempo quando passa por Barreiras. Cada curva desse rio quer ser nossa companheira. As curvas do rio Grande, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2008/05/riogrande6.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-110" title="riogrande6" src="http://historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2008/05/riogrande6.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Ignez Pitta de Almeida</p>
<p>O rio Grande faz curvas<br />
pra dar um abraço em Barreiras<br />
em forma de coração.<br />
Cada curva desse rio<br />
é um pedaço de afeição.</p>
<p>O rio Grande faz curvas<br />
pra poder ficar mais tempo<br />
quando passa por Barreiras.<br />
Cada curva desse rio<br />
quer ser nossa companheira.</p>
<p>As curvas do rio Grande,<br />
aninhando as áreas baixas,<br />
criam nelas amplas faixas<br />
pra conter a inundação.<br />
Se São Pedro abre as torneiras<br />
e faz derramar em Barreiras<br />
até mais de um Mês de chuvas,<br />
toda a água, com as curvas,<br />
nas baixas fica retida,<br />
como num imenso lago.</p>
<p>Cada curva é um afago<br />
do rio, para a cidade:<br />
tocá-la, beijando suas margens<br />
é a maior felicidade<br />
das águas, em sua viagem,<br />
em marulhos de emoção.</p>
<p>Numa curva deste rio,<br />
no recanto mais macio<br />
eu plantei meu coração.</p>
]]></content:encoded>
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