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	<title>História de Barreiras</title>
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	<description>por Ignez Pitta</description>
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		<title>Mulheres notáveis de Barreiras</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 01:47:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Personagens Barreirenses]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando da fundação de Barreiras, veio para aqui D. Feliciana de Carvalho, com os filhos Antônio Balbino de Carvalho, Emigdio e vários outros. Ela já era viúva, possuía recursos, inclusive uma barca. Estabeleceu seu comércio onde é hoje a agência do Bradesco, na Praça da Alimentação, com o nome de Bazar 65. Administrava a loja, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando da fundação de Barreiras, veio para aqui <strong>D. Feliciana de Carvalho</strong>, com os filhos <strong>Antônio Balbino de Carvalho</strong>, Emigdio e vários outros. Ela já era viúva, possuía recursos, inclusive uma barca. Estabeleceu seu comércio onde é hoje a agência do Bradesco, na Praça da Alimentação, com o nome de <strong>Bazar 65</strong>. Administrava a loja, enquanto os filhos compravam os produtos naturais daqui, como borracha de mangabeira, feijão, farinha de mandioca, carne seca, açúcar, rapadura, cachaça etc e ainda ouro de Goiás e iam levá-los, na barca, até Juazeiro, de onde traziam os produtos industrializados, que eram vendidos na loja. Adquiriu fazendas, que também administrava com os filhos. Foi avó do Dr. Antônio Balbino de Carvalho Filho, Governador da Bahia no final da década de 1950. Foi a tetravó da Profa. Tsilla Balbino, proprietária e administradora da Rádio Barreiras.</p>
<p><strong>D. Feliciana de Carvalho</strong> está sepultada no cemitério São João Batista, em Barreiras, e há poucos meses, a viúva de seu neto, Dr. Orlando de Carvalho, outra grande mulher em seu amor por Barreiras, <strong>D. </strong><strong>Zezete Lavrille de Carvalho</strong>, sentindo a morte aproximar-se, pediu para ser enterrada na tumba de D. Feliciana, sendo atendida.</p>
<p><span id="more-381"></span>D. Zezete era francesa, mas amava Barreiras profundamente, tanto que doou para nossa cidade as mais importantes peças que estão no Museu Municipal. Seu último ato em relação a nossa terra foi autorizar a utilização, para lançamento de um selo de correio, de uma significativa foto do Dr. Geraldo Rocha (marido de sua tia Madame Jeanne), que havia doado ao Museu Municipal. Embora não tivesse atuação pública ou comercial, D. Zezete foi grande em sua generosidade e amor por Barreiras.</p>
<p><strong>D. Aurelina Barros </strong>-Empresária &#8211; Chegou com o marido, Bartolomeu Barros, no início do Século XX, estabelecendo loja e fazenda de gado em Barreiras. Com a morte precoce do marido, passou a administrar com sucesso os negócios, conseguindo formar todos os filhos, entre os quais se destaca a <strong>Profa. Alda Barros</strong>, grande educadora barreirense.</p>
<p><strong>Profa. Guiomar Porto</strong> &#8211; Chegou como Professora a Barreiras em 1914 e teve uma longa vida de dedicação ao magistério.</p>
<p><strong>Profa. Renilde Dias</strong> -Foi a primeira Vereadora de Barreiras, eleita na década de 1940.<br />
D. Antusa Silva &#8211; faramacêutica &#8211; primeira mulher barreirense a se formar em universidade. Trabalhou muitos anos em Barreiras.</p>
<p><strong>Dra. Arline Ami Dias Lima</strong> &#8211; primeira médica filha de Barreiras</p>
<p><strong>Dra. Angélica Azevedo</strong> &#8211; segunda médica filha de Barreiras</p>
<p><strong>Dra. Maria Ignez Nunes Pitta</strong> &#8211; primeira psicóloga filha de Barreiras, onde trabalha até hoje, na DIRES.</p>
<p><strong>D. Heloísa Pamplona (D. Iazinha) </strong>- Professora de música desde a década de 1940 no Colégio Padre Vieira, organista da Catedral, professora particular de música</p>
<p><strong>D. Jovelina Carvalho Azevedo ( Profa. Juvinha) </strong>- Foi professora do Aprendizado Agrícola, na década de 1920, fundou a escola particular Santa Inês, que funcionou até a década de 1950.</p>
<p><strong>D. Lídia Batista</strong> &#8211; Manteve uma loja em Barreiras, o Armarinho Lídia, durante décadas e hoje, aposentada, ainda vive entre nós.</p>
<p><strong>D. Marcela Cardoso </strong>- Destacava-se pela religiosidade e dedicação ao próximo. Na década de1950, promoveu uma grande reforma na Igreja de São João Batista.</p>
<p><strong>D. Jael</strong> &#8211; Fundou, na década de 1940, a Associação de Proteção às Crianças Pobres, primeira ONG de Barreiras, que até hoje mantém a Creche, na direção da qual destacou-se <strong>D. Clarice Borges</strong>.</p>
<p><strong>D. Judith Nunes Pitta</strong>, esposa de Edgar Pitta, chegou a Barreiras na década de 40. Artista e modista, ensinou muitas jovens a costurar, atividade importantíssima naquela época, quando não existiam roupas prontas à venda. Liderou um grupo de senhoras que trabalharam por quase 30 anos arrecadando fundos para a criação da paróquia de Barreiras, o que se realizou no início da década de 1970.</p>
<p><strong>Profa. Sueli Ramalho</strong> &#8211; Pioneira ao pesquisar a história de Barreiras, escreveu e lançou em 1988 o livro &#8220;Simplesmente Barreiras&#8221;, primeira obra escrita sobre  história de nossa cidade.</p>
<p><strong>Profa. Cleonice Lopes</strong> &#8211; Neta de um dos fundadores de Barreiras, foi grande educadora, sendo homenageada com o seu nome dado a uma escola.</p>
<p><strong>As parteiras</strong> &#8211; Até o fim da década de 1950 não existia hospital em Barreiras e os bebês nasciam pelas mãos das parteiras, dentre as quais destacamos: <strong>D. Benedita Silveira</strong>, <strong>Mãe Benzinha</strong> e <strong>Mãe Beré</strong> (D. Berenice Marques), que prestaram serviço de inestimável valor, devido à sua experiência e sábios conhecimentos para auxiliar as mulheres na hora do parto. A rua que tem o nome de Bendita Silveira tornou-se a mais importante avenida de Barreiras.</p>
<p><strong>D. Maria</strong>, esposa do ex-Prefeito Baltazarino Araújo Andrade, a segunda farmacêutica diplomada a trabalhar em Barreiras, o que fez com extrema responsabilidade e dedicação por muitos anos.</p>
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		<title>O velho jeitinho brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 12:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>
		<category><![CDATA[Zé]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2007 o escândalo dos cartões corporativos veio à tona e tomou conta do noticiário nacional. Dentre tantos “servidores” públicos pegos com a mão boba na bruaca dos brasileiros, um “desavisado” funcionário do Ministério das Comunicações, chegou a pagar a reforma de sua mesa de sinuca com “seu” famigerado cartão. O Ministro da Copa de 2014/Olimpíadas do Rio e baiano dos Esportes, Orlando Silva, sacou da gibeira um cartãozinho corporativo e quitou um beiju de tapioca no valor de R$ 8,30. Mas “mulê arretada” era a Ministra da Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, que “duma lapada só” embolsou R$ 101.594,11 em diárias de viagens, acabou demitida, mas não devolveu a grana “Eita viage , virada no mói de cuento”.</p>
<p>Já o “Super Herói Tupiniquim”, Presidente Lula, quando se “aposentar” da Presidência da República em 01 de janeiro de 2011, continuará se deleitando na “teta da viúva”. À sua inteira disposição ficarão: 2 carros, 2 motoristas e mais 8 assessores, todos escolhidos por ele. E nós pagamos a conta, é claro!  Canta Mestre Lula, canta Gonzagão, canta: “&#8230; uma pra mim, uma pra tu, uma pra mim, outra pra mim&#8230;”.<span id="more-378"></span></p>
<p>Agora, não pensem vocês que somente em Brasília é que nossos “dignos” servidores dão uma “puladinha” na cerca da ética e da moral. Pus meu  “bisbilhotômetro” para funcionar e descobri que existem “espertalhões” no governo baiano também.</p>
<p>Espiem essa traquinagem: nos dias 15 e 19 de setembro aconteceu o V Seminário do Cerrado em São Desidério e Barreiras. A programação do evento foi disponibilizada no sítio eletrônico www.cra.ba.gov.br. Entre as autoridades da programação, não se incluía a presença do Secretário de Meio Ambiente da Bahia, Dr. Juliano Matos, que por sua vez não se fez presente, mas enviou gentilmente emissário para representá-lo.</p>
<p>O “curioso” disso tudo, é que Dr. Juliano, mesmo não vindo ao evento, solicitou no dia 22/09/2009, diárias no valor de R$ 392,60, e recebida no dia 24/09/2009, conforme consta no empenho nº 11888, nota fiscal nº 200900902 e disponível no www.senhaaberta.ba.gov.br. O Secretario alegou ter participado do evento, ou seja, o Dr. Juliano Matos passou para a capanga as diárias mesmo não estando presente no V Seminário do Cerrado. O que fez então o secretário para justificar o recebimento das diárias? Ou houve algum erro da “tele das internets”?</p>
<p>Caros leitores, se “aproncheguem mais e prestenção neste restin de prosa”: Num é que Juliano Matos esteve por aqui, sim, nesta dita data! Não para o Seminário, pois nem apareceu lá, não a serviço da SEMA ou do contribuinte baiano, então, o que fazia por estas bandas do Rio Grande nosso ilustre Secretário? Deliciando-se numa galinha caipira na Nanica é que não era! Mas vou me arriscar a responder: construindo sua base eleitoral na região para 2010, pois é pretenso candidato a Deputado Federal. E dentre seus “compromissos de secretário/candidato” esteve em Riachão das Neves, reunindo-se com o grupo político do ex-prefeito Dorgival Bonfim – o Dorge, além de Bom Jesus da Lapa e outros municípios do oeste.</p>
<p>Comenta-se ainda, que além do aporte financeiro das diárias, nosso Dr. Secretário Matos, iniciou sua campanha eleitoral por aqui,  “atirando com a soca-bucha alheia”, a bordo de carro oficial, com motorista, combustível, hospedagem, alimentação e tudo pago como parece, com recursos públicos. “Tu assunta um trem desse homi, o Dotô da caipitá trabaia de candidato é, antão ni quem qui nois vai creditar?  “Sei não, quero é qui o mundo se acabe numa enchente de leite, e eu, escorado num barranco de cuscuiz!”</p>
<p>Vergonha é o menor dos adjetivos que posso utilizar para estes que mal intencionados e com “jeitinho brasileiro”, se aproveitam e driblam as Leis para se locupletar na política e do erário público. É preciso que o Tribunal de Contas da Bahia, Ministério Público Estadual e a Assembléia Legislativa, estejam atentos e façam as devidas averiguações, bem como, publicamente se manifestem quanto a este fato. Declama Poeta Matos, declama Boca do Inferno, declama: “&#8230; estupendas usuras nos mercados, todos, os que não furtam, muito pobres: e eis aqui a cidade da Bahia.”</p>
<p>Concluo meus caros amigos e amigas, “este romanesco jogral”, citando a poetisa Cora Coralina: “&#8230; plantemos a roça, lavremos a gleba, cuidemos do ninho, do gado e da tulha. Fartura teremos e donos de sítios felizes seremos.” E nada mais!</p>
<p>Zé  DendáguA</p>
<p>Publicado originalmente no Jornal do São Francisco – Ano IV Nº 63 / Página 20.</p>
<p>Por <strong>Fernando Machado</strong></p>
<p>Pré Alfabetizado</p>
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		<title>Deus: Rogai por nós</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 19:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Fernando Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Zé]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Ziguizira”, no dicionário “populês” significa: eita lasqueira, embromação, rolo desgraçado, casa de mãe Joana, bagaceira no caminho da feira, pau de dar em doido, barraco, zica, ou confusão. Com a indefinição no cenário estadual e nacional, assim parece que serão as eleições 2010 aqui pelas beiradas do Rio Grande e seus tributários, uma verdadeira ziguizira.
Velhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-376" title="lulacollor" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/11/lulacollor.jpg" alt="lulacollor" width="399" height="317" /></p>
<p>“Ziguizira”, no dicionário “populês” significa: eita lasqueira, embromação, rolo desgraçado, casa de mãe Joana, bagaceira no caminho da feira, pau de dar em doido, barraco, zica, ou confusão. Com a indefinição no cenário estadual e nacional, assim parece que serão as eleições 2010 aqui pelas beiradas do Rio Grande e seus tributários, uma verdadeira ziguizira.</p>
<p>Velhos adversários, hoje novos aliados. Históricos companheiros, recentes desafetos. Materialista convicto se une a evangélica criacionista, esquerda com direita, Pedrosa com Braga, Da Costa dá as costas para Kelly, Tucana no PT, presa com predador e por aí vai. Vale tudo e a qualquer preço pelo poder.<br />
<span id="more-373"></span><br />
A rádio peão propaga, o boca-boca se espalha, os “vissuneiros” confirmam, já os fuxiqueiros de plantão não se calam e o “linguatório” informa alguns nomes de candidatos a candidatos, o que demonstra o “salve-se quem puder” e um aperitivo para 2010. Trago-lhes então e em 1ª mão estes personagens.</p>
<p>Vamos lá:</p>
<ul>
<li>Pelo PT do B – O beligerante Presidente da sigla, Queiroz da Santa Luzia, será federal, e ainda terá Zé Pelé, Manoel Messias, Miro da Santa Luzia e o Simon Bolívar do Estado do Rio São Francisco, Marlan Rocha, além dos estaduais, Toinho Gabriel e Nego Balboa.</li>
<li>PSDB – O bravo Ticar é federal, Vereador Laan de Santa Rita de Cássia e Caduda Braga são estaduais (os Bragas perderam as últimas 3 de 4 disputadas).</li>
<li>PMN – O motoqueiro Binha é estadual.</li>
<li>PSDC – Têm Tererê e Anderson do Conjunto Habitacional rumo à assembléia.</li>
<li>PC do B – Vem como “sempre” com Kelly Magalhães.</li>
<li>PSC – Da Vereadora Beza, será representado com o estadual Rogério Tavares.</li>
<li>PCB – De Mestre Liba, tem Dão de Ramiro candidato a estadual.</li>
<li>PSOL – Virá com Renato Santos a federal.</li>
<li>DEM – Conta com Dó de Baltazarino, a dupla VW (não é Volkswagen não) Valter “arigatô” Horita e Wagner Pamplona &#8211; Federais, além de Hebert Barbosa de São Desidério e Luciano Trindade do LEM &#8211; estaduais.</li>
<li>PV – Angical tem estadual, o vereador William. Adenilsom Arruda, Asteclídes ou Tsylla Balbino é federal pelos verdes.</li>
<li>PMDB – Antonia Pedrosa tentará 3º mandato de estadual, e talvez divida palanque com seu marido, Antonio Henrique – Federal (Promoção: gasto único e voto duplo) e ainda Fábio Lauck – Estadual.</li>
<li>PPS – Tem até Senador, Eliezer “Durin” Almeida, e conta ainda com Rozenilo de Formosa do Rio Preto a estadual.</li>
<li>PSB – Regina Figueiredo “enciumada” com a comunista, tenta ser estadual também.</li>
<li>PDT – Por Cotegipe Jorge Mota é estadual e por aí Oziel é Federal.</li>
<li>PT – Tem novo mestre, sai professora Nilza de Barreiras, vem Professor Waldeci de Santa Maria da Vitória a estadual.</li>
<li>PP – O ex-prefeito da Barra, Dionísio, tentará vaguinha na ALBA também.</li>
</ul>
<p>Ufa! São tantos nomes e cognomes, que talvez eu tenha esquecido alguns. Se todos estes forem candidatos mesmo, parece que teremos mais postulantes que eleitores, mas até junho do ano que vem, o funil poderá deletar alguns destes.</p>
<p><img title="urna_eletronica_voto" src="../wp-content/uploads/2009/11/urna_eletronica_voto.jpg" alt="urna_eletronica_voto" width="400" height="300" /></p>
<p>No mais, gostaria de entender quais são os planos da “Super Poderosa” AIBA para 2010. Tentará dar o pulo do gato, dobrando Oziel Federal e Horita Estadual, ou invertendo essa ordem? Virá de mão dupla, pela direita com Serra/Souto e pela esquerda com Dilma/Wagner? Pois assim, vão se os dedos e ficam os anéis?  Ou haverá um racha entre o “Grupo do Cerrado” e o “Império Francês”? Como dizem: político não mente, inventa a verdade. Não duvide de nada! E Kelly Magalhães, como ficará? E se for mesmo candidata, o que fazer para angariar votos nos municípios do oeste com tantas outras candidaturas locais? Já Antonia Pedrosa, fortaleceu-se pela Bahia afora com a ida para o PMDB de Geddel? E Tonhão com seus milhares votos, deixará o circo pegar fogo, ou entra no jogo?</p>
<p>Os possíveis cenários estão sendo desenhados, e poderemos correr o risco de ficarmos sem representação na assembléia legislativa e na câmara federal, afastando-nos ainda mais da possibilidade de edificação do novo estado do Rio São Francisco, e das políticas do governo estadual e federal, mesmo que pequenas e inexpressivas como hoje. Assim tanto, os candidatos “do bem” e os de “ficha suja”, também se vêem em situação não muito cômoda. Então, vale para Chico, como para Francisco, ou para nós, pobres mortais. Clamai amigos e amigas: Senhor tende piedade de nós! E eles estão no meio de nós?</p>
<p>- Zé Dend’Agua –<br />
Por Fernando Machado<br />
Pré Alfabetizado<br />
armundrongao@hotmail.com</p>
<p>Publicado originalmente no Jornal do São Francisco Ano IV nº 62, página 20 &#8211; Reproduzido com autorização do Autor.</p>
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		<title>Como éramos felizes e não sabíamos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:35:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Machado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Fernando Machado]]></category>
		<category><![CDATA[Coluna do Zé Den d'Água]]></category>

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		<description><![CDATA[Coluna do Fernando Machado


Vivi minha infância e adolescência num bairro periférico de Barreiras, rotulado como violento e dominado por gangues, a Vila Brasil. Freqüentei a Escola Estadual Prisco Viana, nesta fiz meu primeiro e único tratamento dentário e adquiri uma centena de amigos. Tive como mestra dentre tantas que me influenciaram imensamente, a Professora Minervina, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Coluna do Fernando Machado</strong></p>
<p align="center">
<p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3235/2289732744_f168b9c82a.jpg" alt="" width="500" height="317" /></p>
<p>Vivi minha infância e adolescência num bairro periférico de Barreiras, rotulado como violento e dominado por gangues, a Vila Brasil. Freqüentei a Escola Estadual Prisco Viana, nesta fiz meu primeiro e único tratamento dentário e adquiri uma centena de amigos. Tive como mestra dentre tantas que me influenciaram imensamente, a Professora Minervina, rígida e de imensa dedicação ao exercício de educar. Também Professora Valda, figura docemente humana, inteiramente entregue à profissão e às causas religiosas, e por fim, meu primeiro amor, Professora Liziane, de olhos inebriantes como as águas da Lagoa Azul de São Desidério.</p>
<p>Gangues em Barreiras não são novidades e nem privilégio do meu bairro. Os “Rebeldes e Subversivos” datam dos anos 70. Pequenos “grupos de malfeitores” compostos de ingênuos delinqüentes juvenis de classe média, como os “Casaco Preto”, turma da “Rua de Baixo”, “Gângsteres” da Coréia (Barreirinhas) e na margem direita do Rio Grande, mediam força, distribuíam popularidade e beleza entre as “cocotas” da época.</p>
<p><span id="more-366"></span>Já no final da década de 80 e inicio de 90, “Jovens Arruaceiros” e recrutas do 4º BEC intitulavam-se “Os Dragões” e “Os Cobras”, enfrentavam-se pelo poder e a fama de “machão” nas festas do Clube Dragão Social, ABCD, no Bar Malte 90, discoteca Senzala, pelas ruas da “Barreira véa” e em tempos de carnaval. Sem mortalhas e atrás do Trio Elétrico de Aguinaldão, embalados pelos Biriba Boys, estes jovens bebiam conhaque, cheiravam Loló (mistura de Clorofórmio e o líquido da goma de mascar Babaloo), dificilmente fumavam maconha e quase nunca dispunham de lança perfume. Nada de mortes, digladiavam-se com violentos chutes e socos, entre soqueiras, cabos de aço, fivelas de cintos, e raramente facões e cutelos.  Mas, Barreiras cresceu, evoluiu e o “tali do pogresso” chegou.</p>
<p>O que falar da criança de onze meses de idade brutalmente assassinada nos braços da mãe, vitima de bala perdida num conflito entre gangues neste mês? Poderia ter sido no Rio de Janeiro, em São Paulo ou em Salvador, mas não, foi bem ali na Cascalheira, aqui em Barreiras no nosso Afeganistão pessoal!</p>
<p>Sim, nós já temos gangues que atiram com revolveres sim, “galeras” que matam crianças, e velhos que choram os jovens que enterram. Esta “briguinha” não é mais por fama, glória ou garotas, nem com vergalho de boi, “currião” ou chicote de laranja. A guerra é por pedra de crack, cocaína, maconha, pela cola que aspiram ou o tinner que inalam. Não são mais resolvidas “no braço”, e sim com trabucos “três oitão”, 9 milímetros, munição a gás e até metralhadoras.</p>
<p>Hoje os “grupelhos” são conhecidas como “Os Goy”, “Galera da Bagaça”, “Tribo de Jah”, “Caixa D´agua”, dentre tantas outras. Estes moleques não são os responsáveis diretos pelo tráfico de drogas e o comércio de armas de fogo, no máximo não passam de “avião” ou “vapor”, meros empregados do crime, e nem consumidores exclusivos da “parada”,  a “Playboyzada”  também se droga até os ossos, garantindo “o movimento”  da  “boca” e o financiamento da barbárie.</p>
<p>Há que saudades tenho do Colégio Padre Vieira, da educação física dos professores Odílio e Jorge Kerton (in memória), do teacher Juarez, e das práticas de horticultura com a serena Célia Rocha no Colégio Antonio Geraldo. Que tempo bom, onde nossas escolas eram capazes de influenciar a mocidade e impedir tais mazelas. Infelizes são os professores, antes chamados de mestres, hoje reles servidores públicos, mal remunerados e obrigados a educar e criar filhos alheios diante da ausência das famílias.</p>
<p>Salvemos estes meninos e meninas que praticam a violência como estilo de vida, que se alimentam na lateral da feira, almoçam farofa de salsicha ou tripa bovina. Nunca existiu nada de glamoroso no cotidiano das periferias ou no interior das gangues, <span style="text-decoration: underline;">Barreiras é um imenso barril de pólvora endividada socialmente, prestes a explodir.</span></p>
<p>Afago amavelmente todas as mães e vitimas da violência, miséria e impunidade. Porque se tudo piorar sumo no mundo, mas antes vou pro gerais, arranco toco, ganho um troco, produzo commodities, ajudo a balança comercial, participo da distribuição de renda, compro uma moto 125 e ripe serei.</p>
<p>Por <strong>Fernando Machado</strong></p>
<p>Pré Alfabetizado</p>
<p>armundrongao@hotmail.com</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Santa Rita na Exposição Brasil Rural Contemporâneo</title>
		<link>http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 20:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição Brasil Rural Contemporâneo]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Rurais]]></category>
		<category><![CDATA[Rural]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Rita]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nossa região não ficou sem representante na Exposição Brasil Rural Contemporâneo, realizada de 7 a 12 de outubro 2009, no Rio de Janeiro, na Marina da Glória, pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. O município de Santa Rita fez parte da mostra, apresentando “Canções para bordar”, em que levou  às terras cariocas os primorosos bordados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-large wp-image-363" title="Brasil_Rural27" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural27-1024x768.jpg" alt="Brasil_Rural27" width="600" /></p>
<p>Nossa região não ficou sem representante na <strong>Exposição Brasil Rural Contemporâneo</strong>, realizada de 7 a 12 de outubro 2009, no Rio de Janeiro, na Marina da Glória, pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. O município de Santa Rita fez parte da mostra, apresentando “Canções para bordar”, em que levou  às terras cariocas os primorosos bordados feitos pelas mãos de ouro de suas mulheres: canções de ninar estilizadas em bordados, confeccionados em fitas de seda, almofadas, echarpes, cortinas e outros itens, que fizeram o maior sucesso.</p>
<p>Aliás, toda a feira foi um sucesso e os cariocas prestigiaram as raízes rurais do Brasil, comparecendo e comprando moda, artesanato, alimentos que iam dos queijos e vinhos ao mel, cachaça, biscoitos e doces&#8230; Pena que faltaram as nossas queijadas, doces de buriti, maracujá&#8230;</p>
<p><img title="brasil_rural" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/brasil_rural.jpg" alt="brasil_rural" width="400" /></p>
<p>Segundo o jornal O Globo, mais de 100 mil pessoas, o equivalente a um Maracanã mais do que lotado, compareceram à IV Feira Nacional de Agricultura Familiar e Reforma Agrária &#8211; Brasil Rural Contemporânea &#8211; que se instalou na Marina da Glória, e deixou o Rio de Janeiro com R$ 12,5 milhões em vendas, após seis dias de evento, encerrado no dia 12. Foram R$ 3,5 milhões vendidos só nos estandes e outros R$ 9 milhões em negócios futuros fechados na Rodada de Negócios, que reuniu produtores e redes atacadistas.</p>
<p><span id="more-324"></span>O Brasil rural tem o que mostrar, o que oferecer à venda, com sua extraordinária diversidade e talento criador, como pudemos observar nessa feira, organizada em grande estilo e grandes proporções, com o patrocínio também do Ministério do Turismo e de diversos órgãos públicos e privados. Com a orientação  do SEBRAE, o que não se via por lá era improvisação, amadorismo. Todos os produtos bem embalados, atraentes, entregues aos compradores em sacolas de papel reciclado, resistente, com a marca da feira, que ia pelas ruas fazendo publicidade do evento.</p>
<p>Nossa região tem muito o que apresentar num evento desses e é bom que os barreirenses se lembrem de que foi numa exposição assim, em que Barreiras tomou parte, feita também no Rio de Janeiro, em 1922, para celebrar o centenário da independência do Brasil,  que ganhamos o terceiro lugar, portanto medalha de bronze, enviada depois a nossa terra. Todo esse episódio pode ser rastreado nos livros contábeis da Prefeitura, que estão no Museu, desde o projeto do Prefeito Aníbal Barbosa, solicitando verba à Câmara para a participação no evento, à nomeação do sábio alemão que morou em Barreiras, Padre Carlos Zimmerman, para organizar e coordenar a exposição a ser feita por Barreiras e, depois, o registro da medalha de bronze, por vários anos, nos livros de patrimônio da Prefeitura, junto a uma outra, ganha em Turim, na Itália. Onde estão, hoje, essas medalhas? Só o registro nos livros, por não existir até agora em nossa terra um Arquivo Público Municipal, que assegure a permanência do que é nosso, uma vez que pertence à Prefeitura&#8230;</p>
<p>Na próxima exposição do Ministério de Desenvolvimento Agrário, por favor, mostra sua cara, Barreiras!</p>
<p><img style="border: 0px initial initial;" title="img_grupocancoesbordar" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/img_grupocancoesbordar.jpg" alt="img_grupocancoesbordar" width="720" height="188" /></p>
<p>FITINHAS DE AMARRAR NO PULSO são uma marca registrada da Bahia, principalmente no litoral. Mas no sertão semi-árido município de Santa Rita de Cássia, a 1000 km da capital da Boa Terra, surge agora uma reinterpretação das possibilidades das fitas enquanto objeto de trabalho e arte. Com elas são produzidas as almofadas, echarpes, cortinas, bolsas e roupas da COLEÇÃO CANÇÕES DE BORDAR.</p>
<p>O canto alegre ou melancólico cheio de sentimento das lavadeiras na sua árdua função na beira de rios e riachos foi a inspiração inicial. Nas fitinhas coloridas de cetim, são bordadas as LETRAS DE CANTIGAS DE RODA que traduzem a memória a realidade e os anseios dessas baianas.</p>
<p><img style="border: 0px initial initial;" title="grupocancoesbordar_img02p" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/grupocancoesbordar_img02p.jpg" alt="grupocancoesbordar_img02p" width="163" height="143" /> <img style="border: 0px initial initial;" title="grupocancoesbordar_img01p" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/grupocancoesbordar_img01p.jpg" alt="grupocancoesbordar_img01p" width="163" height="143" /></p>
<p>E parabéns a Santa Rita!</p>
<p>Veja fotos da Feira:</p>

<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural/' title='brasil_rural'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/brasil_rural-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="brasil_rural" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural1/' title='Brasil_Rural1'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural1" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural2/' title='Brasil_Rural2'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural2" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural3/' title='Brasil_Rural3'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural3" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural4/' title='Brasil_Rural4'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural4" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural5/' title='Brasil_Rural5'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural5" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural6/' title='Brasil_Rural6'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural6" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural7/' title='Brasil_Rural7'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural7" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural8/' title='Brasil_Rural8'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural8" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural9/' title='Brasil_Rural9'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural9" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural10/' title='Brasil_Rural10'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural10" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural11/' title='Brasil_Rural11'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural11-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural11" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural12/' title='Brasil_Rural12'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural12-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural12" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural13/' title='Brasil_Rural13'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural13" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural14/' title='Brasil_Rural14'><img src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural14.JPG" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural14" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural15/' title='Brasil_Rural15'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural15-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural15" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural16/' title='Brasil_Rural16'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural16-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural16" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural17/' title='Brasil_Rural17'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural17-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural17" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural18/' title='Brasil_Rural18'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural18-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural18" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural19/' title='Brasil_Rural19'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural19-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural19" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural20/' title='Brasil_Rural20'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural20-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural20" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural21/' title='Brasil_Rural21'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural21-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural21" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural22/' title='Brasil_Rural22'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural22-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural22" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural23/' title='Brasil_Rural23'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural23-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural23" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural24/' title='Brasil_Rural24'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural24-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural24" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural25/' title='Brasil_Rural25'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural25-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural25" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural26/' title='Brasil_Rural26'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural26-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural26" /></a>
<a href='http://www.historiadebarreiras.com/agricultura/santa-rita-exposicao-brasil-rural-contemporaneo/attachment/brasil_rural27/' title='Brasil_Rural27'><img width="150" height="150" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Brasil_Rural27-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="Brasil_Rural27" /></a>

<p>Leia mais</p>
<ul>
<li><a href="http://portal.mda.gov.br/feira2009/">http://portal.mda.gov.br/feira2009/</a></li>
<li><a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/10/13/brasil-rural-contemporaneo-deixa-rio-com-12-5-milhoes-em-vendas-mais-de-100-mil-visitantes-768036565.asp" target="_blank">http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/10/13/brasil-rural-contemporaneo-deixa-rio-com-12-5-milhoes-em-vendas-mais-de-100-mil-visitantes-768036565.asp</a></li>
</ul>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/10/13/brasil-rural-contemporaneo-deixa-rio-com-12-5-milhoes-em-vendas-mais-de-100-mil-visitantes-768036565.asp" target="_blank"></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ciclo do Ouro &#8211; II</title>
		<link>http://www.historiadebarreiras.com/personagens-barreirenses/ciclo-do-ouro-ii/</link>
		<comments>http://www.historiadebarreiras.com/personagens-barreirenses/ciclo-do-ouro-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 20:40:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Navegação]]></category>
		<category><![CDATA[Personagens Barreirenses]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.historiadebarreiras.com/?p=315</guid>
		<description><![CDATA[
Nas primeiras décadas do século XX, eram tão atrativos os garimpos de Goiás, que se tornou comum saírem da nossa região (a cavalo, que era o único meio de transporte), até famílias inteiras, pois o pai ia correndo atrás do sonho de &#8220;bamburrar&#8221;, isto é, achar uma enorme pepita e ficar rico em pouco tempo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-318" title="ouro" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/ouro.jpg" alt="ouro" width="300" height="225" /></p>
<p>Nas primeiras décadas do século XX, eram tão atrativos os garimpos de Goiás, que se tornou comum saírem da nossa região (a cavalo, que era o único meio de transporte), até famílias inteiras, pois o pai ia correndo atrás do sonho de &#8220;bamburrar&#8221;, isto é, achar uma enorme pepita e ficar rico em pouco tempo. Outros homens deixavam a família para trás e viajavam sozinhos, às vezes para nunca mais voltar&#8230; E aqui ficavam as viúvas e órfãos do ouro!</p>
<p>A verdade é que não sei de ninguém que &#8220;bamburrou&#8221;, mas sim, me lembro de que em 1948, quando Sabino Dourado tomou posse como Prefeito de Barreiras, mandou buscar, num garimpo goiano, o barreirense Sr. Cornélio Araújo, com seus familliares, pois necessitava de seu trabalho na contabilidade da Prefeitura, e aí, sim, foi Barreiras quem bamburrou, com o retorno daquele filho pródigo, que foi, até o fim da vida, um excelente funcionário municipal e cidadão exemplar!<span id="more-315"></span></p>
<p><img style="border: 0px initial initial;" title="peixe" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/peixe.gif" alt="peixe" width="250" height="250" /></p>
<p>Era constante a chegada de boiadas, vindas de Goiás para Barreiras, ou de tropas de burros carregadas de carne goiana, que era carne seca, feita à moda deles lá, que incluía expor a carne salgada ao sol e ao sereno, o que lhe dava um sabor carcterístico. Os comerciantes goianos de ouro agregavam-se a essas vagarosas comitivas, levando as pepitas em litros de vidro transparente, que eu cresci vendo meu pai, Edgard de Deus Pitta, receber das mãos do seu fornecedor, Coronel Afonso Carvalho. Abençoada sociedade honesta, a de então, pois só Deus e todo mundo sabia que eles transportavam ouro e nunca houve qualquer incidente!</p>
<p>Um dos gestores da empresa Braga &amp; Cia, com toda certeza por razão de segurança, meu pai recebia o valioso produto em casa e eu me maravilhava ao ver o Compadre Afonso tirar do alforge litros e mais litros cheios de pepitas! Sinto muito por não haver perguntado a meu pai como era feito o transporte da mercadoria até à empresa e de lá para a casa onde ficava a fundição do Sr. Clóvis Macedo, que iria converter o ouro bruto, impregnado de detritos, nos fulgurantes lingotes de um kg., que tinham gravada a logomarca da firma Braga e seriam comprados todos pelo Governo Federal.</p>
<p>A fundição de Seu Clóvis ficava na primeira casa da rua situada ao fundo do prédio da Loja da Economia, fronteira ao Banco do Brasil da Praça São João, que, agora, está alugado a uma Faculdade de ensino à distância. Fascinou-me a coincidência: onde se purificava e moldava o ouro, agregando-lhe valor, hoje vão ser transmitidos conhecimentos, ampliando os horizontes dos jovens!</p>
<p><img style="border: 0px initial initial;" title="Vapor8" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/Vapor8.jpg" alt="Vapor8" width="450" height="218" /></p>
<p>E aí chegava a vez do transporte: em navio a vapor até Juazeiro BA e de lá, no trem de ferro Maria Fumaça, levado por um funcionário da empresa em Juazeiro, até Salvador. Isso por anos a fio. Mas o pote vai tantas vezes à fonte, que um dia quebra&#8230;</p>
<p>E eu sendo já adulta, meu pai me contou que embalava o caixote de madeira em que iam as barras de ouro, colocando-o ao centro de um caixão grande, também de madeira, carregado de bananas (Barreiras exportava alimentos, frutas, inclusive), que era todo lacrado com pregos e entregue pessoalmente ao Comandante do vapor. Mas um dia, estando fazendo essa embalagem do ouro em uma sala de acesso restrito da empresa, de repente entrou porta adentro o timoneiro do vapor, que na bacia do São Francisco era chamado de prático, e, aparentando muita amizade, começou a falar pelos cotovelos, puxando um assunto após o outro&#8230;</p>
<p>Meu pai, a princípio, parou o que estava fazendo, mas logo, logo o vapor iria zarpar&#8230; O prático continuava com a conversa de cerca Lourenço e ele foi &#8220;obrigado&#8221; a prosseguir e concluir a embalagem da preciosa carga, pois naqueles bons tempos as pessoas eram muito gentis, não podiam fazer uma desfeita a alguém que os visitava, querendo só jogar conversa fora&#8230;</p>
<p><img style="border: 0px initial initial;" title="vapor" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/vapor.jpg" alt="vapor" width="500" height="313" /></p>
<p>Daí a pouco tempo o vapor partiu, para ir passar a noite no porto de São José, em Riachão das Neves. No dia seguinte meu pai recebe um telegrama do Comandante, (no tempo da navegação a vapor havia telégrafo em todos os portos), informando que, durante a noite, o vapor havia se soltado e afundado no meio do rio, sendo necessária a ida de mergulhadores experientes para resgatar o caixote do ouro. Chegando lá, meu pai assistiu ao Comandante explicar onde se achava o caixão que os mergulhadores deveriam rebentar, para salvar o caixote do ouro e também viu, consternado, o retorno deles, informando que o caixão já estava rebentado e caixote&#8230; me livre, necas de pitibiribas! Meu pai lembrou-se do prático: cadê o homem? ninguém sabe, ninguém viu! E os mergulhadores desceram de novo, dessa vez encarregados de procurar outra coisa, que facilmente encontraram: o rombo feito pelo prático no casco do vapor!</p>
<p>Esse foi o único prejuízo, num mercado tão seguro para os padrões daquele tempo, mas onde um homem, que não era da nossa região, na ânsia de apoderar-se de vários quilos de ouro, foi capaz de violar os códigos de honra&#8230; Meu pai dobrou as precauções na hora da embalagem da mercadoria e nenhum outro problema ocorreu até esgotarem-se os garimpos de Goiás, extinguir-se a navegação, a própria empresa&#8230; Mas você ainda pode ver, usado pelas barreirenses, um lindo peixe de ouro ou um típico crucifixo de Goiás, comprados por seus pais ou avós&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O Ciclo do Ouro em Barreiras</title>
		<link>http://www.historiadebarreiras.com/economia/o-ciclo-do-ouro-em-barreiras/</link>
		<comments>http://www.historiadebarreiras.com/economia/o-ciclo-do-ouro-em-barreiras/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 22:23:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Sem ter tido minas de qualquer metal precioso, Barreiras viveu, desde sua origem até algumas décadas atrás, um verdadeiro ciclo do ouro, devido à fartura desse valioso metal no vizinho estado de Goiás e atual Tocantins, com seus ricos garimpos. Eram muitas histórias&#8230; contava-se até que lá o ouro era tanto, que as galinhas, quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-311 aligncenter" title="pepita1" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/pepita1.jpg" alt="pepita1" width="460" height="350" /></p>
<p>Sem ter tido minas de qualquer metal precioso, Barreiras viveu, desde sua origem até algumas décadas atrás, um verdadeiro ciclo do ouro, devido à fartura desse valioso metal no vizinho estado de Goiás e atual Tocantins, com seus ricos garimpos. Eram muitas histórias&#8230; contava-se até que lá o ouro era tanto, que as galinhas, quando ciscavam o chão à cata de milho, às vezes engoliam pequenas pepitas de ouro &#8211; que são são mesma cor do milho &#8211;  e, por isso, a caminho da panela, era preciso observar com atenção o conteúdo de seu papo, que poderia conter uma verdadeira riqueza&#8230;</p>
<p>Na vizinha cidade de Dianópolis, atual Tocantins, havia entrada de garimpos até dentro da área urbana, em outros lugares, eram procuradas as pepitas nas margens e leitos dos riachos.</p>
<p>Muito distante da sua própria capital, situada bem ao sul, que foi primeiro Goiás Velho e depois Goiânia, o norte de Goiás comercializava o seu ouro através de Barreiras, onde existiam muitos ourives com sua criativa produção de jóias, inclusive revenda de jóias fabricadas nas áreas dos garimpos, pricipalmente peixes de ouro, correntes, crucifixos etc. Os dentistas, também, em lugar de fazerem obturações usando o amálgama importado, próprio para isso, e, claro, bem mais caro, preferiam utilizar o ouro, que era muito mais barato aqui, enfim, era a própria prata da casa&#8230; Dentistas de outros lugares, como de Juazeiro, às margens do rio São Francisco, também mandavam comprar ouro em Barreiras, e, entre algumas pessoas, havia até o hábito um tanto bizarro de ostentar riqueza e poder, recobrindo totalmente de ouro um ou mais dentes da frente, o que foi muito comum até meados do século XX: exibiam um faiscante sorriso áureo!<span id="more-308"></span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border: 0px initial initial;" title="ouro-1" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/ouro-1.jpg" alt="ouro-1" width="215" height="201" /></p>
<p>O Governo Federal mantinha contratos de compra de ouro com empresas barreirenses, de todo o precioso metal que captassem nos garimpos de Goiás, que deveriam enviar para Salvador, já purificado e transformado em lingotes de um quilo, onde tinham garantida a compra. O ourives que fazia esse beneficiamento do ouro era o Sr. Clóvis Macedo, de tradicional família barreirense, que o recebia em pepitas, incrustado de areia e pedras, derretia-o, purificando-o e coagulando-o depois em barras.</p>
<p>Já no início da década de 1970, quando começou um novo ciclo imigratório em Barreiras, com a chegada de agricultores vindos de vários lugares do nordeste, que compraram terras aqui, para implantação de lavouras beneficiadas com os empréstimos do PROTERRA, e também iniciaram comércios nas áreas da agropecuária, entre os imigrantes, como o engenheiro agrônomo Carlos Costa, o veterinário, Dr. Reginaldo, veio também Romero Amorim, fundador da Casa Grande Agropecuária, cuja esposa, a dentista Dra. Clara, admirava-se, em seu consultório, de encontrar tantas obturações feitas em ouro&#8230; o que, naquela data, já não se fazia mais.</p>
<p>Com tal abundância em Barreiras, do precioso metal, uma vez, na década de 1930 o Dr. Geraldo Rocha veio do Rio de Janeiro até aqui para adquirir lingotes, que iria levar de presente para sua amiga Eva Perón, na Argentina, pois tinha ficado sabendo que ela estava desejando ter uma penteadeira, com a moldura do espelho trabalhada em ouro.</p>
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		<title>Barreiras terá a água mais cara do Mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 09:14:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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- Zé Dend’Agua
Certa vez o Grande Artista Plástico, Poeta e Comunista barreirense, Ataliba Campos Lima disse: “Enquanto Sadam Russein constrói aeroporto subterrâneo, Paulo Braga faz esgoto a céu aberto”. De lá pra cá muito coisa aconteceu: Sadam foi encontrar Nabucodonosor, o Bush nos enfiou numa insana crise financeira, os “Braga-brothers” continuaram a fazer o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-304" title="esgoto barreiras 2" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/esgoto-barreiras-2.jpg" alt="esgoto barreiras 2" width="420" height="280" /></p>
<p>- Zé Dend’Agua</p>
<p>Certa vez o Grande Artista Plástico, Poeta e Comunista barreirense, Ataliba Campos Lima disse: “Enquanto Sadam Russein constrói aeroporto subterrâneo, Paulo Braga faz esgoto a céu aberto”. De lá pra cá muito coisa aconteceu: Sadam foi encontrar Nabucodonosor, o Bush nos enfiou numa insana crise financeira, os “Braga-brothers” continuaram a fazer o que sempre fizeram, “Mestre Liba” prossegue com sua magnífica e menosprezada obra. Porém, o nosso velho e odorífico esgoto a céu aberto persiste ativo como uma mina terrestre.<span> </span>Mas, chegou o fim das merdas liquidificadas nas ruas de Barreiras!</p>
<p>Pouco importa quem seja o pai ou mãe do feito, parabéns ao Nego D´Agua, Curupira e ao Saci Pererê, a Martiniano Caparrosa, Ayhlon Macedo, Aníbal Barbosa, Sebastião Ferreira e Antonio Machado. Parabéns a mim e a você!</p>
<p>O saneamento ambiental chegará enfim trazendo enormes benefícios a nossa saúde. Poderei gritar: “<span style="text-decoration: underline;">Adeus lombrigas, chega de bicheiras, micoses, muriçocas, borrachudos nunca mais!&#8221;</span>. Salve o Rio Grande e nossos filhos e filhas. Viva “Meu Padin Pade Ciçu”, São Longuinho e Padre Armindo. Viva São Luis, Santo Inácio e um viva a todas e todos da Silva.</p>
<p style="text-align: justify;"><span><span style="font-size: small;"><img style="border: 0px initial initial;" title="esgoto barreiras" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/10/esgoto-barreiras.jpg" alt="esgoto barreiras" width="355" height="250" /></span></span></p>
<p><span id="more-301"></span></p>
<p>Dizem que “esmola demais até o santo desconfia”. Pois é, desta vez os recursos do esgotamento sanitário não virão a fundo perdido como antes, teremos agora que pagar em 20 anos mais de R$ 200 milhões entre juros e encargos, ou seja, cada cidadão e cidadã barreirense desembolsará mensalmente cerca de R$ 5,00. Sendo assim, em uma casa em que residam 4 pessoas, o acréscimo na conta será de R$ 20,00. Pode parecer pouco dinheiro, mas daria para comprar 2 litros de andu no Rio Branco, 750 gramas de linguiça de porco do Buracão, 1 calça “pega-marreca” no Skoe-Skoe, meio metro de fumo de rolo do Bezerro, e ainda sobrariam umas “nicas” para beber brejeira com raiz, no bar de “Zé Baxin” na Vila Brasil de Joaquim Neto, “Seu” Elpídio e João Bonfim.</p>
<p>Não quero questionar a concessão da EMBASA ou entender o que já foi a SANAB, nem estabelecer quem assinou o quê, muito menos minorar a relevância dos nossos líderes políticos e seu empenho para a vinda dos recursos. Mas incitar o debate entre os desavisados, de que é preciso exigir da Câmara de Vereadores um posicionamento contundente quanto ao Plano Municipal de Saneamento Ambienta,l em conformidade com a <em>Lei Federal nº 11.445/07,</em> <span style="color: black;">que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e franquear o debate publicamente sobre a questão tarifária do sistema.</span></p>
<p>Há décadas a EMBASA nos espolia com tributos pouco vistos no Brasil, sem que haja controle social. Vejamos alguns exemplos: quanto custam 31 a 45 mil litros de água/mês: SEDAE/RJ – R$ 3,00 o m3, SABESP/SP – R$ 3,25 o m3, SANEAGO/GO R$ 3,76 o m3; já a nossa estimada EMBASA – R$ 5,47 o m3, sem adicionar 80% da taxa de esgoto, cobrado ilegalmente desde 2001. É possível afirmar então, que temos possivelmente a água mais cara do Brasil hoje, sendo mais que prioritário a instalação de uma agência reguladora municipal legítima e autônoma, capaz de taxar justa e honestamente os valores da água e do esgoto em Barreiras.</p>
<p><span style="color: black;">Goebbels, com </span><span>faixas alusivas, rádio, TV, jornal e internet na divulgação dos <em>“Parabéns, você conseguiu”</em> ou <em>“Agora tem, tem, tem”</em>, pois no final das contas quem pagará somos nós mesmos.</span></p>
<p>Se quase 90% das obras do PAC não saíram do papel, então, sejamos claros: Quando começarão as obras do nosso saneamento básico? Quem fará a recuperação das vias públicas? Onde serão as primeiras frentes de trabalho? Como serão definidas as prioridades? Quanto custará tudo? E a tarifa, haverá um amplo debate público ou dobrará o valor? Teremos então a água mais cara do mundo?</p>
<p>Por <strong>Fernando Machado<em> </em></strong></p>
<p>Pré-alfabetizado</p>
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		<title>Assinatura do início da construção das obras de saneamento básico de Barreiras</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 17:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[História Contemporânea]]></category>

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		<description><![CDATA[Estarão se reunindo hoje (2/09/2009) em Brasília, com o Presidente Luís Inácio Lula da Silva, o Governador da Bahia, Jaques Wagner, a Prefeita de Barreiras, Jusmari Oliveira, o Presidente e vários Diretores da EMBASA e ainda o Gerente Regional da EMBASA em Barreiras, Sr. Francisco Andrade, para a solenidade de assinatura do início da construção das obras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estarão se reunindo hoje (2/09/2009) em Brasília, com o Presidente Luís Inácio Lula da Silva, o Governador da Bahia, Jaques Wagner, a Prefeita de Barreiras, Jusmari Oliveira, o Presidente e vários Diretores da EMBASA e ainda o Gerente Regional da EMBASA em Barreiras, Sr. Francisco Andrade, para a solenidade de assinatura do início da construção das obras de saneamento básico de Barreiras e outros lugares.</p>
<p>Nenhum trabalho é mais necessário em nosso município do que este e esperamos que não demore a se iniciar.</p>
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		<title>Selo comemorativo dos 118 anos de Barreiras homenageia Geraldo Rocha</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 14:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ignez Pitta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Personagens Barreirenses]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Rocha]]></category>

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		<description><![CDATA[
No dia 26 de maio, aniversário da data de emancipação de Barreiras, o município, através da sua Prefeita Jusmari Oliveira e dos Correios, lançou um selo postal comemorativo homenageando o cinquentenário da morte de Geraldo Rocha, que será no próximo dia 19 de junho.
Foi escolhida para o selo uma foto de Geraldo sendo recebido pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-296" title="selo_geraldo_rocha" src="http://www.historiadebarreiras.com/wp-content/uploads/2009/06/selo_geraldo_rocha.jpg" alt="selo_geraldo_rocha" width="334" height="280" /></p>
<p>No dia 26 de maio, aniversário da data de emancipação de Barreiras, o município, através da sua Prefeita Jusmari Oliveira e dos Correios, lançou um selo postal comemorativo homenageando o cinquentenário da morte de Geraldo Rocha, que será no próximo dia 19 de junho.</p>
<p>Foi escolhida para o selo uma foto de Geraldo sendo recebido pelo Presidente da Argentina, Juan Domingo Peron, que há 12 anos havia sido doada ao Museu Municipal Napoleão Macedo pela Sra. Georgete Lavrile de Carvalho, a D. Zezete, pessoa muito querida dos barreirenses. Ela assinou a autorização necessária perante os Correios, para que a foto fosse estampada no selo e também representou o homenageado na cerimônia de lançamento, no dia 26 de maio, em lugar de honra na mesa das autoridades, ao lado da Prefeita Jusmari Oliveira, no Palácio das Artes.</p>
<p><span id="more-295"></span>D. Zezete é sobrinha de D. Jeanne Lavrile, segunda esposa de Geraldo Rocha, uma linda francesa que com ele dividiu a maior parte da vida e o amou muito. Trouxe da França sua sobrinha Zezete, que morou em sua casa, a linda mansão no Rio de Janeiro, até se casar com Orlando da Rocha Carvalho, sobrinho de Geraldo Rocha. Tiveram o filho Paulo Roberto, a quem Geraldo Rocha considerava como neto e por quem tinha predileção.</p>
<p>Dr. Orlando, como era conhecido em Barreiras, morava aqui, pois foi administrador dos empreendimentos de Geraldo Rocha, indo frequentemente ao Rio de Janeiro. Mesmo após sua morte, D. Zezete optou por permanecer em Barreiras. Sua extrema generosidade a levou a doar ao nosso Museu as mais preciosas lembranças de Geraldo, a quem amava como a um pai, entregando, assim, ao povo de Barreiras, o seu diploma de engenheiro civil, obtido na Escola Politécnica da Bahia, em 1905, além de muitos outros documentos, objetos, como medalhas de honra ao mérito recebidas de outros países, e fotos representativas. Doou também o diploma de engenheiro agrônomo do seu falecido esposo Orlando, recebido na Universidade de Cornell, Estados Unidos, aonde o tio Geraldo Rocha o enviou, na década de 1920, para estudar, além de outras coisas importantes para a sua história, que é, também, a história de Barreiras.</p>
<p>Bonita e elegante no seu quase centenário de vida, D. Zezete representou condignamente o Dr. Geraldo Rocha nessa comovedora homenagem.</p>
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