fev 16 2008

Poesias

Published by Ignez Pitta

Muitos são os poetas, do passado e do presente de Barreiras, e um tema recorrente entre eles: as nossas águas.

Do rio Grande, do rio de Ondas, da Cachoeira do Acaba Vida, das nascentes e riachos. Começarei, então, o capítulo da poesia com o poema que as curvas do rio Grande me inspiraram.

A Cultura Barreirense – Ignez Pitta de Almeida
As curvas do Rio Grande – Ignez Pitta de Almeida

Qual a mais bela poesia ecológica barreirense? Cada pessoa terá sua escolha, claro. A minha vai para o poema de súplica pela vida e pela sustentabilidade do nosso eco-sistema, de autoria do poeta-agrônomo-ambientalista e atualmente Secretário Municipal de Meio Ambiente e Turismo de Barreiras, Durval Nunes. Fala, Durval!

A Voz do Rio – Durval Nunes

5 responses so far

5 comentários to “Poesias”

  1. sirleneon 13 mai 2009 at 10:47 PM

    terra querida e muito lembrada por todos que os que visitam,com seus belos rios e cachoeira………….

  2. sara sileneon 15 mai 2009 at 6:18 PM

    eu gostei muito da primeira e da segunda poesia!!!!!!!!!
    são belas e ajuda a nos interessar sobre a nossa cidade

  3. jocenilton santoson 03 jan 2011 at 10:11 AM

    na voz plangente e soturna das águas que correm sem cessar,
    contrito-me e sinto grande pesar.
    de um tempo em que não viví, mas,
    de algunha forma parece que esta ali, imóvel indelével…..

    lembranças de um passado distante, insistem intermitentemente
    em sucumbir das trevas do inconsciente,
    dizendo-me: anda, corre, ainda é tempo.
    mas, sinto que as areias do tempo esvaem-se de minhas mãos.

    não! o homem jamais restitui o tempo que foi perdido, que passou.
    e o mesmo som plangente das águas,
    agora, mostra-me que, por mais tempo que se perca
    sempre haverá tempo para se refazer a história.

  4. jocenilton santoson 03 jan 2011 at 10:32 AM

    na voz plangente e soturna das águas que correm sem cessar,
    contrito-me e sinto grande pesar.
    de um tempo em que não viví, mas,
    de algunha forma parece que esta ali, imóvel indelével…..

    lembranças de um passado distante, insistem intermitentemente
    em sucumbir das trevas do inconsciente,
    dizendo-me: anda, corre, ainda é tempo.
    mas, sinto que as areias do tempo esvaem-se de minhas mãos.

    não! o homem jamais restitui o tempo que foi perdido, que passou.
    e o mesmo som plangente das águas,
    agora, mostra-me que, por mais tempo se tenha perdido,
    sempre haverá tempo para se refazer a história.

  5. adilmavilelaon 26 jun 2011 at 5:35 PM

    Parabéns pelo site. Entretanto, senti falta dos poemas do grande barreirense poeta e escritor, Dilson Ribeiro, que tem poemas lindíssimos sobre nossa cidade. Eles podem ser encontrados no site http://www.dilsonribeiro.com.br. Uns são até declamados pelo próprio escritor e outros por Carlana Faria. Entre em contato e por favor, inclua-o em seu site. A boa literatura agradece. Adilma

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