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	<title>Comentários sobre: Poesias</title>
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	<description>por Ignez Pitta</description>
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		<title>Por: adilmavilela</title>
		<link>http://www.historiadebarreiras.com/poesias/comment-page-1/#comment-982</link>
		<dc:creator>adilmavilela</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jun 2011 20:35:07 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo site. Entretanto, senti falta dos poemas do grande barreirense poeta e escritor, Dilson Ribeiro, que tem poemas lindíssimos sobre nossa cidade. Eles podem ser encontrados no site www.dilsonribeiro.com.br. Uns são até declamados pelo próprio escritor e outros por Carlana Faria. Entre em contato e por favor, inclua-o em seu site. A boa literatura agradece. Adilma</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo site. Entretanto, senti falta dos poemas do grande barreirense poeta e escritor, Dilson Ribeiro, que tem poemas lindíssimos sobre nossa cidade. Eles podem ser encontrados no site <a href="http://www.dilsonribeiro.com.br" rel="nofollow">http://www.dilsonribeiro.com.br</a>. Uns são até declamados pelo próprio escritor e outros por Carlana Faria. Entre em contato e por favor, inclua-o em seu site. A boa literatura agradece. Adilma</p>
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	<item>
		<title>Por: jocenilton santos</title>
		<link>http://www.historiadebarreiras.com/poesias/comment-page-1/#comment-791</link>
		<dc:creator>jocenilton santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 13:32:09 +0000</pubDate>
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		<description>na voz plangente e soturna das águas que correm sem cessar,
                          contrito-me e sinto grande pesar. 
                          de um tempo em que não viví, mas,
                          de algunha forma parece que esta ali, imóvel indelével.....

                          lembranças de um passado distante, insistem intermitentemente 
                          em sucumbir das trevas do inconsciente,
                          dizendo-me: anda, corre, ainda é tempo.
                          mas, sinto que as areias do tempo esvaem-se de minhas mãos.

                          não! o homem jamais restitui o tempo que foi perdido, que passou.
                          e o mesmo som plangente das águas,
                          agora, mostra-me que, por mais tempo se tenha perdido,
                          sempre haverá tempo para se refazer a história.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>na voz plangente e soturna das águas que correm sem cessar,<br />
                          contrito-me e sinto grande pesar.<br />
                          de um tempo em que não viví, mas,<br />
                          de algunha forma parece que esta ali, imóvel indelével&#8230;..</p>
<p>                          lembranças de um passado distante, insistem intermitentemente<br />
                          em sucumbir das trevas do inconsciente,<br />
                          dizendo-me: anda, corre, ainda é tempo.<br />
                          mas, sinto que as areias do tempo esvaem-se de minhas mãos.</p>
<p>                          não! o homem jamais restitui o tempo que foi perdido, que passou.<br />
                          e o mesmo som plangente das águas,<br />
                          agora, mostra-me que, por mais tempo se tenha perdido,<br />
                          sempre haverá tempo para se refazer a história.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jocenilton santos</title>
		<link>http://www.historiadebarreiras.com/poesias/comment-page-1/#comment-790</link>
		<dc:creator>jocenilton santos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 13:11:22 +0000</pubDate>
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		<description>na voz plangente e soturna das águas que correm sem cessar,
                              contrito-me e sinto grande pesar. 
                                   de um tempo em que não viví, mas,
                                        de algunha forma parece que esta ali, imóvel indelével.....

                          lembranças de um passado distante, insistem intermitentemente 
                              em sucumbir das trevas do inconsciente,
                                   dizendo-me: anda, corre, ainda é tempo.
                                        mas, sinto que as areias do tempo esvaem-se de minhas mãos.

                          não! o homem jamais restitui o tempo que foi perdido, que passou.
                              e o mesmo som plangente das águas,
                                   agora, mostra-me que, por mais tempo que se perca
                                        sempre haverá tempo para se refazer a história.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>na voz plangente e soturna das águas que correm sem cessar,<br />
                              contrito-me e sinto grande pesar.<br />
                                   de um tempo em que não viví, mas,<br />
                                        de algunha forma parece que esta ali, imóvel indelével&#8230;..</p>
<p>                          lembranças de um passado distante, insistem intermitentemente<br />
                              em sucumbir das trevas do inconsciente,<br />
                                   dizendo-me: anda, corre, ainda é tempo.<br />
                                        mas, sinto que as areias do tempo esvaem-se de minhas mãos.</p>
<p>                          não! o homem jamais restitui o tempo que foi perdido, que passou.<br />
                              e o mesmo som plangente das águas,<br />
                                   agora, mostra-me que, por mais tempo que se perca<br />
                                        sempre haverá tempo para se refazer a história.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: sara silene</title>
		<link>http://www.historiadebarreiras.com/poesias/comment-page-1/#comment-174</link>
		<dc:creator>sara silene</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2009 18:18:47 +0000</pubDate>
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		<description>eu gostei muito da primeira e da segunda poesia!!!!!!!!!
são belas e ajuda a nos interessar sobre a nossa cidade</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu gostei muito da primeira e da segunda poesia!!!!!!!!!<br />
são belas e ajuda a nos interessar sobre a nossa cidade</p>
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	<item>
		<title>Por: sirlene</title>
		<link>http://www.historiadebarreiras.com/poesias/comment-page-1/#comment-137</link>
		<dc:creator>sirlene</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2009 22:47:59 +0000</pubDate>
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		<description>terra querida e muito lembrada por todos que os que visitam,com seus belos rios e cachoeira.............</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>terra querida e muito lembrada por todos que os que visitam,com seus belos rios e cachoeira&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
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